Ação conjunta garante queda de delitos
Ação conjunta
garante queda
de delitos
Mais de 40% dos crimes registrados pela Polícia Militar ocorrem nos domicílios ou na proximidade deles. Este é um dados já coletados no Sistema de Controle Operacional (Siscop). Geralmente, são registros que evidenciam os atos com uma válvula de escape da situação social, avalia o capitão Roberson Luiz Bondaruk, da seção de Planejamento do Comando de Policiamento da Capital.
Por causa desse alto número, a PM está firmando um convênio com a Fundação de Assistência Social (FAS) para realizar programas de assistência social. A polícia não pode intervir nos conflitos domésticos, que devem ser trabalhados para evitar que maridos embriagados batam nas mulheres, ou que matem seus vizinhos numa discussão, diz Bondaruk.
João Govani Junior, coordenador de projetos do Ippuc, informa que além dos dados sobre violência doméstica, o Siscop é repassado para as unidades municipais que cuidam da criança abandonada e drogada. Quando cresce o número de delitos praticados por jovens, o SOS Criança entra em ação, indo para os locais específicos, diz. Se for constatado que a causa é um mocó, a prefeitura age para que o proprietário tente regularizar o imóvel.
Govani afirma que outro dado coletado pelo sistema da PM foi má iluminação em alguns pontos da cidade. Perto de escolas, bares e locais públicos, a polícia pediu que fossem trocadas as lâmpadas dos postes por outros de maior intensidade. O município já conseguiu financiamento da Eletrobrás para troca das lâmpadas atuais por outras de potência 56% superior.
Outro retorno obtido pela troca de informações foi o crescimento das invasões de ônibus nas estações-tubo. Jovens, que saíam de escolas ou com amigos pulavam as catracas sem pagar as passagens, diz. Marcamos operações constantes, que diminuíram essa ação, garante. Também foram programadas operações conjuntas nas estações-tubo assaltadas pelos punguistas.





