Maringá O presidente da Associação Brasileira de Água Mineral (Abinam), Carlos Lancia, disse ontem que Maringá não pode ser modelo de monitoramento de qualidade da água mineral. Segundo Lancia, a Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde cometeu erros primários na coleta das amostras encaminhadas para análise no início do ano.
A Abinam contestou extrajudicialmente o Laboratório de Bacteriologia da UEM e o chefe da Vigilância Sanitária, Gilberto Pucca, pelas declarações feitas à imprensa sobre a qualidade do produto distribuído em Maringá.
A Associação acusou também a Vigilância Sanitária de errar no processo de contra-prova das amostras que avaliam a água mineral distribuída na cidade. Segundo Lancia, os técnicos da Vigilância fizeram uma contra-prova do material cinco dias após ter adquirido as primeiras amostras, processo que deveria ter sido feito juntamente com a primeira coleta.

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