Cerca de 500 especialistas de 115 países estão discutindo em Foz do Iguaçu os problemas que a população mundial enfrenta com a falta de saneamento básico. O 5º Fórum Global Mundial de Água Potável e Saneamento também trata da escassez das fontes naturais, da poluição dos rios e das futuras opções que servirão para saciar a sede da população mundial.
Durante a abertura do encontro, realizada anteontem à noite pelo ministro do Desenvolvimento Urbano, Ovídio Di Angelis, foram apresentados os problemas ligados ao tratamento e a qualidade da água consumida pelos brasileiros. Segundo levantamentos do órgão, 77% da população têm acesso ao saneamento básico. O índice é considerado bom se comparado a países asiáticos – cuja água tratada e sistema de esgoto não atingem 17% dos habitantes – mas ainda é insuficiente para garantir melhor qualidade de vida e evitar doenças infecciosas.
‘‘Pretendemos investir R$ 44 bilhões dentro dos próximos dez anos’’, comentou Dí Angelis, destacando ainda que R$ 30 bilhões serão destinados a coleta e tratamento de esgoto e R$ 14 bilhões em recuperação e ampliação do abastecimento de água potável.

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