A consequência da precariedade no atendimento do Conselho Tutelar de Maringá, que ameaça fechar por falta de recursos, já pode ser vista nas ruas centrais da cidade. O flagrante do repórter fotográfico James Negrini, do menino dormindo na calçada, é uma cena que até há pouco tempo não era registrada em Maringá. A cidade convivia com menores nas ruas, mas o trabalho de identificação e encaminhamento feito pelo Conselho Tutelar dava resultados. Muitos menores eram identificados como sendo de famílias carentes de cidades vizinhas. Atualmente, as conselheiras estão com salários atrasados, não têm carro para percorrer a cidade e nem sequer cartucho para imprimir ofícios utilizados para encaminhar a defesa das crianças e medidas aos pais e responsáveis.

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