Curitiba - A Associação dos Profissionais e Trabalhadores Autônomos de Som Volante do Estado do Paraná (Aprosom) levará um abaixo-assinado ao prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), pedindo alterações na lei municipal que proíbe a atividade e a regulamentação da profissão.
De acordo com o presidente da entidade, Sérgio Luiz Vailati, a própria associação disporia de um órgão ficalizador que verificaria a qualidade do som e os decibéis permitidos.
A decisão de formalizar um pedido ao prefeito surgiu em uma reunião da associação, anteontem, com a participação de alguns vereadores de Curitiba. Vailati calcula que sejam cerca de 4 mil trabalhadores com som na cidade, cerca de 500 cadastrados na Aprosom. Na ocasião, foi lançada a carteirinha e um adesivo que identificará os profissionais associados. Com o apoio dos vereadores e de advogados, um novo projeto de lei limitando as atividades, mas normatizando a profissão será formulado e deverá ser apresentado, sem data prevista, na Câmara. Segundo Vailati, o trabalho dos autônomos de som volante ajuda, também, pequenos comerciantes que não teriam condições de anunciar de outras formas. De acordo com a Prefeitura de Curitiba, somente este ano foram notificados 27 carros de som e outros 15 estabelecimentos por não obedecerem à lei que proíbe o uso de carros de som para fins comerciais.

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