Mais de 5 mil alunos estão lendo e discutindo as notícias do jornal nas escolas municipais de FozLer, discutir, reescrever, recortar, criar. As notícias e reportagens da Folha estão fazendo escola em mais dois municípios paranaenses. Todas as segundas-feiras, logo na primeira hora-aula da manhã, os alunos de 55 escolas municipais de Foz do Iguaçu recebem a edição estadual completa da Folha do Paraná. Como todo cidadão, estudantes da 5ª série tornam-se leitores dos fatos que são notícia naquele dia.
Patrocinado pela Prefeitura de Foz, através da Secretaria de Comunicação Social, e sob coordenação pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, o Projeto Cidadania chegou à cidade neste segundo semestre. No total, 5.476 alunos, divididos em grupos em suas respectivas salas, estão fazendo a leitura do jornal como atividade pedagógica, participam das discussões sobre os temas de maior interesse da classe e realizam as atividades curriculares objetivadas pela projeto.
O sucesso da iniciativa despertou também o interesse da Itaipu Binacional em participar. A empresa está viabilizando, em parceria com a Folha e a Prefeitura de Foz, a produção de cadernos para distribuição gratuita na rede escolar pública do município, como forma de incentivo cultural e campanha institucional.
Em Ivaiporã Interpretar a notícia, transpor os fatos para a realidade local, recortar e muitas vezes até repaginar, realizando uma nova e diferente programação visual para as páginas da Folha, também são algumas das atividades exercidas pelos estudantes das nove escolas (seis estaduais/municipais e três particulares) da cidade de Ivaiporã.
Recebendo patrocínio integral da empresa local, Comercial Ivaiporã Materiais de Construção, 750 estudantes de 4ª e 5ª série estão inscritos oficialmente no projeto. ‘‘Mas estamos estendendo este trabalho, informalmente, a quase todos os alunos, da 1ª a 8ª série’’, diz o secretário do Núcleo Regional de Educação, professor Luiz Carlos Socoloski.
‘‘Nosso objetivo é fazer com que um universo de quase dois mil alunos tenha acesso ao jornal, entregue todas as quintas-feiras. A idéia do aproveitamento total surgiu do próprio corpo docente que monitora e coordena as atividades. Assim, depois da leitura pelos maiores, os menores também podem participar, recortando e fazendo colagens, como trabalho de coordenação motora, aliando ainda ao processo o aprendizado de cores e formas’’, completa o professor.

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