'A estrada não leva a lugar nenhum sem a balsa'
Lupionópolis - Em 1984, a balsa Glorinha Valverde, que tem 13 metros de comprimento por quatro de largura, começou a atravessar veículos e pessoas pelo Rio Paranapanema. ''Ela já chegou a carregar mais de mil boias-frias por dia'', garante o prefeito de Lupionópolis, José Carlos Tibério.
Para ele, o funcionamento da embarcação é ''fundamental'' para a cidade e região. Hoje, porém, a balsa está encostada à beira do Paranapanema, distante 8 quilômetros do Centro de Lupionópolis. A Delegacia Fluvial de Presidente Epitácio (SP), que analisou a balsa de Lupionópolis, informou que os dados da vistoria são sigilosos.
Há cerca de 15 dias foi concluído o trecho final de asfalto que liga a Área Central da cidade de quatro mil habitantes até a balsa. Nesse trecho, de quatro quilômetros, que vai do Distrito de Mairá, pertencente a Lupionópolis, até o local da travessia, só falta serem colocadas as sinalizações na Estrada Estadual Vice-prefeito José Tibério, batizada em homenagem ao pai do atual prefeito. ''A estrada vai ser inaugurada em outubro, mas é um problema porque não leva a lugar nenhum sem a balsa'', lamenta Tibério. (D.B.)





