Elevadores com defeito, despreparo de funcionários e excesso de velocidade são as principais reclamações de cadeirantes que dependem do transporte coletivo em Londrina.

A professora Marli Cristina Brussolo, moradora da zona norte, atravessa a cidade para para fazer sessões de fisioterapia na zona sul enfrentando a falta de paciência dos passageiros, funcionários e, muitas vezes, os perigos causados pelo excesso de velocidade. "Acho que ainda vai levar um tempo para que os cadeirantes tenham o respeito que merecem."

Leia mais na reportagem de Celso Costa, na edição de amanhã da Folha de Londrina.

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