Quando a equipe médica deixa o leito do Hospital Universitário, são os voluntários que dão "continuidade" ao tratamento. São pessoas como o aposentado Nivaldo de Oliveira que, aos 66 anos, surpreende pela disposição. Ele participa do projeto Leitura no Hospital, levando revistas, livros e outros materiais para os pacientes. "Funciona como distração. Quem quer ouvir uma boa história conta com a nossa ajuda."
Os voluntários deixam os problemas pessoais de lado e "adotam" pacientes por algumas horas. "Eu faço por amor e eu sei que uma conversa pode fazer toda a diferença para eles", garantiu Nivaldo.

Leia mais na reportagem de Viviani Costa, amanhã na FOLHA.

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