Na avaliação da chefe do Núcleo de Educação, Lúcia Cortez, a escola tomou a atitude correta em convocar a reunião e a Patrulha Escolar porque foi um caso de ameaças. ''Todas as escolas têm problemas de indisciplina e a escola toma as medidas dela, mas tem hora que esgotam (as alternativas). Ontem à tarde ficamos sabendo (da situação) e a ouvidoria orientou sobre os procedimentos, só que hoje pela manhã foi mais forte e viemos para cá, tomamos as providências.''
''A ação mais efetiva é trazer a comunidade para dentro da escola, chamar os pais, são eles que dão sustentabilidade, essa é a ação mais importante'', explicou Lúcia.
A coordenação da escola afirmou que já desenvolve trabalhos com os pais e alunos. ''Temos o projeto contra bullying, conversamos com os pais, fizemos uma entrega de boletins em uma reunião onde passamos vários informações sobre a participação deles na vida escolar dos filhos, mas agora vamos intensificar'', relatou uma professora.
Segundo uma outra professora, os docentes querem ''conseguir dar aula, passar o conteúdo para os alunos, fazer com que eles se formem, sejam cidadãos.'' (E.G.)

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