2008 começa com seis mortos em Curitiba
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quarta-feira, 02 de janeiro de 2008
Luciana Pombo<br> Equipe da Folha 
Curitiba - Seis mortos durante a passagem de Ano na Grande Curitiba. A maior parte dos homicídios, com autoria desconhecida. Por volta das 16 horas de ontem, Roberto de Matos de Almeida, 23 anos, foi assassinado com 4 disparos de arma de fogo no bairro Uberaba. Na noite de anteontem, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), Valdeci Marcelino dos Santos, 41 anos, foi executado em casa por dois homens. No local, a Polícia Militar (PM) encontrou estojos de pistola calibre 12 milímetros e uma pistola 9 milímetros (de uso restrito das Forças Armadas Brasileiras). Os vizinhos relataram que os assassinos fugiram num Fiat Siena Preto.
Logo depois Dênis Vieira de Lima, de 16 anos, foi assassinado com tiros na cabeça e no tórax, no bairro Guarituba, em Piraquara. Um homem conhecido como ''João Vermelho'', foi assassinado ontem em Colombo com perfurações de faca nas costas e no peito. Ele chegou a ser atendido pelos socorristas do Serviço Integrado de Atendimento à Traumas e Emergências (Siate), mas morreu a caminho do hospital. Por volta das 2h25 de ontem, Cleber Batista Leal, de 19 anos, foi vítima de disparos de arma de fogo no bairro Novo Horizonte, em Almirante Tamandaré. Leal morreu no local.
Um dos maiores incidentes de Ano Novo ocorreu numa das churrasqueiras do Parque Tanguá, em Curitiba, um dos mais belos cartões postais da capital, durante as comemorações do Reveillon. Marcos Alexandre dos Santos, de 27 anos, morreu com um tiro na cabeça. A polícia ainda investiga as circunstâncias do crime.
Londrina - Londrina abriu os registros de homicídio de 2008 logo nas primeiras horas do dia. Cláudio de Jesus da Silva, 30 anos, foi morto por volta da 1 hora da madrugada, no Jardim Marabá, Zona Leste. Segundo informações da Polícia Militar, o rapaz foi alvejado com vários disparos de arma de fogo, que atingiram o tórax e membros superiores. Silva morreu no local. Conforme a polícia, no local do crime, ninguém sabia informar quem havia efetuado os disparos, nem o motivo.


