Segundo alguns lojistas, é bem comum o consumidor escolher o colchão pelo preço, pelo fabricante ou apenas pelo tipo de espuma. Claro que esses também são itens importantes, mas vale uma atenção especial para a estrutura do colchão, afinal, a parte interna é uma das que mais interferem na qualidade do sono e na vida útil do produto.
Existem dois tipos principais de colchões: de mola e espuma. O colchão de espuma é o mais comum e também o mais vendido; possui várias densidades, cada uma delas é indicada para uma determinada faixa de peso. A principal dica para o consumidor que preferir o colchão de espuma é estar atento à tabela da densidade que está sempre disponível nas lojas, bem como se o colchão tem o selo de qualidade Pró-Espuma, que atualmente é o único órgão do Brasil a analisar e atestar esse produto com rigor - de mais de 300 fabricantes no Brasil, somente cinco estão aptos a usar esse selo. Nos modelos de casal, prefira a densidade adequada para a pessoa de maior peso. Na prática, quanto maior a densidade mais firme é o colchão, então a escolha também depende do gosto pessoal de cada um. "Esqueça também o papo de que colchão de espuma deforma com mais facilidade - embora seja mais barato, o que determina efetivamente a vida útil de um colchão é a qualidade do produto. Além disso, hoje toda tecnologia disponível nos colchões de molejo também é usada nas versões de espuma", explica Luiz Castro, gerente comercial da F.A. Sleep Comfort.
Esse tipo de colchão possui estrutura interna formada por molas de aço, que podem ser interligadas, ou de fio contínuo - como nos modelos miracoil e superlastic - ou ensacadas individualmente - no modelo pocket, onde o movimento fica restrito às peças acionadas, dando mais conforto. "De forma geral, os colchões de mola são mais duráveis e possibilitam diversos estofamentos, como a espuma viscoelástica, de alta resiliência, e o látex. Hoje, os colchões com molas ensacadas individualmente (pocket) são os mais procurados, porém, vale a pena saber diferenciar os outros tipos de mola para sua escolha não ficar restrita apenas ao modelo pocket", orienta Castro. "Em relação à duração de cada modelo, depende muito do cuidado que a pessoa tem com a peça. Mas de maneira geral, em se considerando que é muito difícil lavar efetivamente um colchão, recomendamos que o mesmo seja trocado a cada 5 anos, devido ao acúmulo de ácaros.

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