Volvo entrega FH 460 a 'caminhoneiro do ano'
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domingo, 19 de janeiro de 2014
Reportagem Local 
"Estou muito feliz. Parece um sonho. Ainda não acredito que venci o concurso e ganhei o caminhão. Meu objetivo era estar entre os dez primeiros colocados", declarou Jean Carlos Cordeiro de Sá, logo após a divulgação do resultado do concurso Caminhoneiro do Ano, realizado esta semana, em São Paulo, durante a Caravana Siga Bem, patrocinada pela Volvo.
Sá, de 33 anos, é casado e mora em Patrocínio (MG). Ele trabalha como motorista profissional há oito anos. Iniciou a carreira como motorista de ônibus e hoje transporta combustível na região do Triângulo Mineiro, a bordo de um FH 440.
O segundo e o terceiro colocados no concurso foram, respectivamente, os irmãos Mauro Augusto Chianfa, que ganhou um Renault Clio 1.0, e Helio Moacir Chianfa, que levou para casa uma moto Honda de 125 cc.
A etapa final do concurso Caminhoneiro do Ano foi realizada no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, na última terça-feira. Vinte e seis motoristas de todo o País participaram das provas práticas e teóricas. Eles responderam a testes de conhecimentos gerais sobre o Código Nacional de Trânsito, mecânica, comportamento seguro e cidadania e fizeram testes de direção econômica e segura.
FH 460
O Volvo FH 460 entregue ao vencedor possui a consagrada caixa I-Shift, que proporciona um menor consumo de combustível. "Acreditamos que a tecnologia dos nossos caminhões contribui para tornar o Brasil mais competitivo. E a Caravana Siga Bem não é só uma oportunidade de apresentar o que há de mais avançado e em termos de tecnologia, mas sim uma forma de mostrar respeito pelas pessoas que trabalham no transporte de cargas", afirma Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.
Os veículos da marca são consagrados no mercado brasileiro por seu baixo consumo de combustível, conforto, grande disponibilidade e alta produtividade. Outro diferencial é a caixa de câmbio I-Shift, que equipa mais de 90% dos caminhões FH da Volvo. O sucesso deve-se, em boa parte, à redução de até 5% no consumo de combustível em relação aos veículos com equipamentos manuais, à maior durabilidade da embreagem e ao menor desgaste dos pneus da tração.


