‘‘É realmente um desafio o uso do cinto pelos passageiros do banco traseiro. Eu nunca exijo isso das pessoas, principalmente na cidade. Agora se for em viagens longas daí elas colocam. Na cidade, somente as crianças usam, mas porque eu obrigo. Acho que isso só vai mudar se eu levar uma multa. Na frente todo mundo utiliza o equipamento’’
Silvana Saragoça Kuster, 43 anos, acupunturista


‘‘Atrás ninguém usa. Só o meu filho que vai em uma cadeirinha especial. Acho que só levando uma multa a gente aprende. Na frente, no entanto, todo mundo coloca o cinto e não é só por medo de ser notificado, mas por segurança mesmo. Nunca sofri acidente, mas sei da importância do equipamento’’
Carlos Antônio Henrique de Oliveira, 28 anos, auxiliar de pré-impressão


‘‘Eu exijo o uso do cinto de quem vai atrás no meu carro porque moro em Curitiba e lá a fiscalização é muito forte. Mas faço isso também pela questão da segurança, a gente vê matérias e ouve os especialistas e sabe o quanto o equipamento é importante. Além disso, meus irmãos já sofreram acidente e o cinto evitou lesões mais graves’’
Manoel Antônio Ribeiro da Fonseca, 48 anos, bancário

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