Fim da parceria
As montadoras Nissan e Chrysler anunciaram o fim da parceria para a troca de modelos de veículos entre as duas, que foi firmado em 2008. A decisão conjunta levou em conta a queda de vendas das duas marcas e o fato de a Fiat ter assumido o controle da Chrysler. ''Durante vários meses, as equipes das duas companhias estiveram estudando a viabilidade dos projetos de acordo com as significativas mudanças que ocorreram nas condições de negócio desde que estes foram anunciados em janeiro e abril de 2008'', disseram as fabricantes, em comunicado.

Universitários
Em parceria com a Pontifícia Universidade Católica (PUC), a Renault do Brasil promove de amanhã a quarta-feira, em Curitiba, o ''Renault Experience'', que dará a jovens universitários a chance de conhecer com detalhes todo o processo que envolve a criação, a produção e a venda de um novo automóvel.

Na liderança
  A Citroën conquistou nos primeiros sete meses de 2009 a liderança do segmento de minivans (M1 Break-Mono), que inclui também modelos com carrocerias do tipo Station Wagon (SW). No acumulado do ano, a montadora francesa registrou 7.080 unidades vendidas (o segmento emplacou 18.296 veículos), o que permitiu uma participação de mercado da marca de 39%. ‘‘Este resultado é a consequência da boa aceitação de nossos últimos lançamentos, como o C4 Picasso (foto) e o Grand C4 Picasso’’, destaca Domingos Boragina Neto, diretor comercial da Citroën do Brasil.

Car­ro ve­lho
  As maio­res mon­ta­do­ras ja­po­ne­sas - To­yo­ta, Hon­da e Nis­san - ven­de­ram 41% dos veí­cu­los no­vos en­vol­vi­dos no pro­gra­ma ame­ri­ca­no ­Cash for Clun­kers (‘‘Di­nhei­ro por fer­ro-­velho’’), en­cer­ra­do na se­gun­da-fei­ra. A To­yo­ta foi a mar­ca lí­der nas ven­das, com 19% de par­ti­ci­pa­ção so­bre o to­tal. As ­três mon­ta­do­ras de De­troit - Ge­ne­ral Mo­tors, ­Ford e ­Chrysler - par­ti­ci­pa­ram da ini­cia­ti­va com 38,6% das ven­das. Im­ple­men­ta­do no co­me­ço de agos­to, o ­Cash for Clun­kers con­ce­dia des­con­tos de US$ 3,5 mil (cer­ca de R$ 6,3 mil) a US$ 4,5 mil (pou­co ­mais de R$ 8 mil) pa­ra o con­su­mi­dor com­prar um car­ro no­vo e ­mais eco­nô­mi­co, en­tre­gan­do o seu an­ti­go usa­do pa­ra des­man­che. Fo­ram ven­di­dos 690 mil car­ros no­vos, com a con­ces­são de US$ 2,9 bi­lhões (al­go co­mo R$ 5,2 bi­lhões) em des­con­tos.

Eco­lo­gi­ca­men­te cor­re­to
  A par­tir de ou­tu­bro, a Mer­ce­des pas­sa a equi­par to­dos ­seus SUV a die­sel com a tec­no­lo­gia Blue­TEC. Os mo­de­los Clas­se GL 350 Blue­TEC 4MA­TIC, GL 500 Blue­TEC 4MA­TIC, ML 350 Blue­TEC 4MA­TIC e R 350 Blue­TEC 4MA­TIC se­rão os pri­mei­ros. A tec­no­lo­gia Blue­TEC é ca­paz de re­du­zir sen­si­vel­men­te as emis­sões de NOX e CO2. As­sim que os ga­ses en­tram no sis­te­ma de es­ca­pe, ­eles en­tram em con­ta­to com uma so­lu­ção lí­qui­da com­pos­ta ba­si­ca­men­te por ­uréia. A rea­ção quí­mi­ca con­ver­te 80% dos óxi­dos de ni­tro­gê­nio em ­água. A Mer­ce­des afir­ma que em bre­ve to­dos ­seus veí­cu­los sai­rão de fá­bri­ca com a tec­no­lo­gia Blue­TEC.

Cres­ci­men­to nas ven­das
  As ven­das de au­to­mó­veis e co­mer­ciais le­ves usa­dos cres­ce­ram 6,2% na com­pa­ra­ção en­tre as pri­mei­ras quin­ze­nas de agos­to (327,4 mil) e ju­lho (308,2 mil), se­gun­dos da­dos da Fe­na­bra­ve. No mer­ca­do de usa­dos, cres­ceu tam­bém o vo­lu­me de ven­das de ca­mi­nhões e ôni­bus pe­lo mes­mo com­pa­ra­ti­vo: fo­ram ­mais 4,9%, che­gan­do a 14,7 mil uni­da­des.

Pon­to fi­nal
  A ja­po­ne­sa To­yo­ta - ­atual lí­der au­to­mo­bi­lís­ti­ca glo­bal - in­ter­rom­pe­rá uma li­nha de mon­ta­gem no Ja­pão, por um ano e ­meio, pa­ra eli­mi­nar o ex­ces­so de pro­du­ção e ten­tar a re­to­ma­da da lu­cra­ti­vi­da­de. Com es­se cor­te so­ma­do à pos­sí­vel sus­pen­são de uma li­nha de pro­du­ção na In­gla­ter­ra e ao pro­vá­vel en­cer­ra­men­to de sua ­joint-ven­tu­re com a Ge­ne­ral Mo­tors nos Es­ta­dos Uni­dos, a To­yo­ta po­de­rá eli­mi­nar a fa­bri­ca­ção de 700 mil au­to­mó­veis, o que cor­res­pon­de a 7% de sua ca­pa­ci­da­de glo­bal.

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