VIA RÁPIDA
Novidades Fiat
A Fiat tem duas cartas na manga para o 1º semestre de 2006. A primeira delas é a versão ''topa-tudo'' do Mille. Chamado de Mille Way, a nova versão sugirá com suspensão elevada, moldura nos pára-lamas, antena no teto, pneus 175/65 aro 13 e calotas diferenciadas. Depois disso, a próxima novidade é a versão Adventure do Idea. Além de pára-choques pretos, a minivan terá pneus de uso misto e acessórios fora-de-estrada, incluindo um vistoso estepe na tampa traseira. A chegada ao mercado está prevista para maio.
4 faixa na Castelo
Para quem viaja a São Paulo de carro, uma boa notícia: a ViaOeste, concessinária responsável pela rodovia Castello Branco (SP-280) decidiu construir uma 4 faixa, a fim de resolver os problemas de fluidez do tráfego entre os km 23 e 26 da via, região de Barueri. A empresa realizou uma série de estudos e concluiu que a implantação da quarta faixa nos dois sentidos da rodovia - apesar de não resolver o problema do congestionamento - é parte da solução definitiva e poderá aliviar temporariamente a situação no trecho.
Só para fãs
Quem produz os melhores carros do mundo? Alemães, americanos, italianos ou japoneses? Bom, se não há uma unanimidade nesta questão, o jeito é apelar para as 'panelinhas'. Se você tem a sua opinião, caia na rede e dê uma olhada nos sites desenvolvidos especialmente para os fãs de cada nacionalidade. Para os alemães há o www.germancarfans.com. Já para os americanos e japoneses, visite www.americancarfans.com e www.japanesecarfans.com. Se ficar na dúvida, tente www.worldcarfans.com.
Mortes de motoboys
Em São Paulo, um motoboy morre por dia no trânsito. O índice assustador reflete o perigo da profissão, em voga por todo o País. No Paraná e em Londrina, não há números oficiais e nem levantamentos específicos sobre o tema. O motivo de tantas fatalidades? O excesso de velocidade e manobras proibidas. Muitos motoboys ganham por entrega, ou seja, quanto mais viagens, mais ganham no final do mês. Para isso, o serviço tem que ser rápido: ganha o cliente, que não espera muito; ganha o proprietário do estabelecimento, que vê o seu cliente satisfeito; e ganha o motoboy, pois quanto mais rápido liquidarem a missão mais cedo voltarão à base para pegar outra.
Mais problemas
Fora isso, há os celulares. Geralmente, o dos motoboys não param de tocar. São clientes passando serviço. Mais desatenção no trânsito. Semáforos e pardais não são problemas para eles. Se arriscam e passam no vermelho. Hoje, os motoqueiros suspendem a placa, ao passar por um radar. Ou a cobrem com a mão. Em caso de acidente, sem vítima, geralmente o motorista de automóvel paga o pato. Se não foge do local, o motoboy não tem dinheiro para pagar o prejuízo. No caso de acidente fatal, pela irresponsabilidade do próprio motoboy, fica o trauma de quem está dentro do carro e presencia a cena horrível à frente.
Para resolver
Para evitar esses problemas e diminuir o risco de acidentes e mortes, além de campanhas e orientações (tanto para motoqueiros e motoristas) é preciso atitudes práticas. Em São Paulo, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), criou uma faixa exclusiva para motoqueiros na Marginal do Tietê, onde ocorrem 10% dos acidentes. Para ter o documento de trabalho legal como 'motoboy', é preciso fazer um curso de dez horas, ter baú na moto, proteção para as pernas e andar sempre com colete de proteção. Há ainda estudos para aumentar as placas das motos, e instalar uma outra na frente (só existe a de trás). A CET também estuda a possibilidade de multar motos que andam pelos corredores entre os carros (o código de trânsito não é específico nesse caso).
Boa para mecânicos
Essa é boa para os mecânicos. Reportagem da revista britânica 'What Car?' mostra que o custo para consertar um carro na Inglaterra é mais caro que uma consulta no médico ou os serviços de um advogado. Segundo a publicação, muitos mecânicos cobram entre US$ 174 e US$ 244 por uma hora de trabalho, enquanto um advogado recém-formado pede entre US$ 52 e US$ 174 pelo mesmo tempo de serviço. Já uma consulta com um médico sai entre US$ 77 e US$ 110. Ainda de acordo com a revista, a região onde a oficina se encontra e a marca do automóvel também influenciam na conta final. Que tal abrir uma oficina em Londres hein?
No porta-malas
Foto curiosa, registrada pelo francês Fabrice Coffrini, fotógrafo da Agência de Notícias France Presse, durante o Salão de Genebra, na Suíça. Para mostrar a versatilidade e o espaço do porta-malas da mais nova Ferrari, a 599 GTB, o presidente da Fiat - controladora da marca esportiva - o italiano Luca Cordero di Montezemolo se acomoda no compartimento, sem maiores problemas. A atitude inusitada e de certo apelo 'marqueteiro' foi flagrada por um batalhão de fotógrafos.
Por Mauricio Della Barba
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