Oficina Jabur

Proprietários de veículos das marcas Mercedes-Benz, Jeep, Chrysler e Dodge agora podem contar com um serviço especializado e garantido em Londrina. A Jabur Car anuncia a reformulação de sua oficina, a única autorizada e credenciada na região pela DaimlerChrysler, situada no final da rua Bahia, 1575. A loja, além de contar com profissionais especializados - treinados na fábrica -, também possui os mais modernos aparelhos e ferramentas para diagnóstico e correção de possíveis falhas mecânicas em qualquer modelo das quatro marcas em circulação no País. A Jabur Car também oferece um grande estoque de peças e planos de revisão atraentes aos consumidores e clientes da DaimlerChrysler.


Suzuki em Londrina

Foi inaugurada ontem em Londrina a mais nova revenda de motocicletas Suzuki da região. A Suzuki Mega Motors, localizada na avenida Tiradentes, 908, passa a oferecer serviço especializado com mecânicos treinados pela fábrica e, por meio da J.Toledo, um ano de garantia sem limite de quilometragem e grande estoque de peças originais de reposição. Além disso, a concessionária conta com uma boutique, onde os clientes poderão adquirir roupas e acessórios para motocicletas. Para a festa de inauguração, Márcio Marques, um dos proprietários da loja programou um grande encontro de motociclistas.
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Fiat Feliz

A festa de fim de ano da Fiat não poderia ser melhor. Além de conquistar prêmios importantes com a minivan Idea, a marca segue rumo à conquista de mais um feito: o de vendas no mercado interno. Durante a apresentação do Palio 1.8R em São Paulo esta semana, o presidente da Fiat do Brasil e diretor-superintendente da Fiat Auto na América Latina, Cledorvino Belini, afirmou que a empresa deve fechar o ano com lucro, depois de ter conseguido equilíbrio financeiro em 2004 e na liderança no mercado nacional de automóveis de comerciais leves, com 25% de participação, na frente de GM e Volkswagen.


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Novo logo Fiat



Otimismo?

Para 2006, Belini prevê um ''otimismo cauteloso''. Belini aproveitou a presença dos jornalistas de todo o País para também 'desabafar'. Criticou a política econômica do PT, as altas taxas de juros e impostos, além de chamar a atenção para o avanço da indústria automoblística asiática, que ameça a brasileira. Devido a valorização do real frente ao dólar, a empresa deverá reduzir drasticamente as exportarções em 2006. De 100 mil veículos exportados este ano, o número deverá cair para 70 mil no próximo ano. Também no lançamento do Palio 1.8R, a Fiat apresentou a nova logomarca, que já está sendo usada na Europa. As barras saem de cena, com as letras deitadas e entram letras mais modernas, em tons de azul.



Impostos

Em seu discurso, Belini apresentou um número que muitos brasileiros só conhecem na hora de comprar um carro novo: impostos. Segundo o dirigente, 36% do valor final de um automóvel são destinados ao governo. ''Trata-se de um valor elevadíssimo, já que a média mundial de impostos no setor não chega a 15%'', disse Belini. No meu ponto de vista, Belini têm razão. Realmente, é um absurdo e inexplicável o preço praticado no mercado brasileiro. Um carro 'popular', sem opcionais e com muito plástico, custar R$ 30 mil é exagero! Além dos altos tributos, é preciso também observar o lucro das montadoras. O Brasil tem a mão-de-obra mais barata do mundo e uma fonte inigualável de matéria prima, como aço, alumínio e plástico - itens mais caros de um carro.




Helicópteros

Essa vale por curiosidade. Você sabia que São Paulo tem a segunda maior frota de helicópteros do mundo? É verdade. Só perde para Nova York. Segundo a Associação Brasileira de Pilotos de Helicópteros, cerca de 400 aparelhos estão registrados na capital paulista. Para prevenir acidentes, desde 2004 os pilotos têm de informar suas posições à torre de controle do SRPV-SP. O órgão monitora uma área de 102 quilômetros quadrados na qual, em um ano, houve 64 mil movimentos de helicópteros (pousos, decolagens e cruzamentos) - mais que o dobro do movimento do aeroporto de Florianópolis, por exemplo.



Movidos a GNV

Outro dado de ranking: o Brasil ultrapassou a marca de 1 milhão de veículos leves convertidos para o uso de gás natural (GNV) como combustível. Segundo dados do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), a frota nacional chegou a 1.000.414 veículos movidos a GNV. Com isso, o País se consolida como a segunda maior frota de GNV do mundo, só perdendo para a Argentina. O GNV como combustível ainda gera polêmica. Especialistas afirmam que o gás, derivado direto do petróleo, em um futuro breve, ficará escasso e por isso deverá ser utilizado apenas industrialmente. Outro fator que contribui para o esfriamento do setor é o avanço do álcool como combustível e a sua consequente redução de preços, que se tornou mais competitivo em relação ao GNV. Em Londrina, o GNV ainda não saiu do papel. Por não ter nenhum gasoduto próximo, a dificuldade e os custos em trazer o gás para cá não compensam o investimento. Portanto, GNV no Paraná, só mesmo em Curitiba, onde faz sucesso, principalmente entre os taxistas.



Ameaça ao mercado

O governo brasileiro e dos empresários do Mercosul estão temerosos quanto ao mercado automobilístico futuro. O Mercosul já está perdendo investimentos significativos para China e Leste Europeu, conforme números do ministério argentino da Indústria. Em 1997, o bloco do Cone Sul era responsável por 4,7% dos veículos produzidos no mundo. Em 2004 essa participação caiu para 3,9%. Em contrapartida, a fatia da China saltou de 3% para 7,9%. Os países do Leste Europeu passaram de 1,9% para 2,5%.


Argentinos nervosos

O presidente da Argentina, Néstor Kirchner, reclama: o atual acordo automotivo do Mercosul é cruel, já que mais de 60% dos veículos vendidos na Argentina são brasileiros, enquanto apenas 2,8% dos automóveis vendidos no Brasil são argentinos. Além disso, o governo de Kirchner reclama que o Brasil atrai mais investimentos das montadoras, o que provoca assimetrias entre os dois sócios. Por isso, quer um fluxo de comércio mais rígido, controlado empresa por empresa, e não pelo setor como um todo, como é feito hoje. Já aqui no Brasil, ninguém reclama disto...




Por Mauricio Della Barba
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