Dodge em Londrina
As marcas Dodge, Jeep e Chrysler serão comercializadas em Londrina. A Divesa, concessionária autorizada das marcas em Curitiba, deverá abrir um show-room na cidade ainda neste ano. A abertura do novo ponto faz parte da estratégia da DaimlerChrysler (DC), que quer dobrar o número de revendas no País em 2005. ''O novo ponto de vendas em Londrina vai representar as marcas Dodge, Jeep e Chrysler em todo o Oeste do Paraná. O objetivo é atingir o maior número de municípios do interior do Estado'', avaliou Luiz Fernando Berea, diretor de vendas da DC, durante o lançamento da nova linha de veículos das três marcas.
Novos Gol e Golf
O presidente da Volkswagen do Brasil, Hans-Christian Maergner, confirmou esta semana a atualização da linha Golf produzida em São José dos Pinhais (PR). Segundo a nota, veiculada no site Carsale, o executivo descartou a possibilidade de fabricar por aqui a quinta geração do hatch médio, atualmente comercializada na Europa. ''A produção do Golf atual continua por pelo menos mais três anos. Faremos mudanças na dianteira do modelo, que não terá nada a ver com a quinta geração'', afirmou Maergner ao portal. O executivo alemão confirmou também a atualização da linha Gol para o segundo semestre deste ano.
Fox Sedan
A chegada do Fox em versão sedã será a grande tacada da Volkswagen para 2006. Para produzir o modelo na Argentina, a montadora investirá US$ 300 milhões. A ação faz parte da estratégia da marca de criar uma família completa a partir da plataforma do Fox, que inclui ainda um minivan compacta e uma picape. O investimento também visa o mercado argentino, que deve crescer este ano cerca de 15%, passando dos 200 mil veículos comercializados. Atualmente, a Volks produz na Argentina o antigo modelo Polo e a minivan Caddy. Com a nova versão do Fox, a capacidade da fábrica de 30 mil unidades, hoje subutilizada, será ampliada para 40 mil unidades ao ano.
De volta
Não é só a Volks que está de olho na retomada do mercado argentino. PSA Peugeot Citroen e Fiat confirmaram novos projetos para lá. No início do ano, Toyota e Scania também expandiram as unidades locais. O Grupo PSA, que recentemente iniciou a produção na Argentina do Peugeot 307, prepara investimentos para um novo produto, no mesmo segmento de médios, de um modelo Citroen, provavelmente o C4. A unidade da PSA na Argentina produz os modelos Peugeot 206 e 307.
Alumínio 1
A adoção do alumínio nos carros vem crescendo gradativamente desde o início dos anos 90. O produto pode ser encontrado nos veículos na forma de peças como rodas, chassis, componentes do motor, suspensão, transmissão e pára-choques, entre outros. Segundo a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), os carros brasileiros contam com aproximadamente 45 quilos de peças no material, enquanto este volume é o dobro na Europa e três vezes maior nos Estados Unidos. Estima-se que até 2015 o alumínio seja responsável por 200 kg do peso do carro em países desenvolvidos.
Alumínio 2
Em função de sua leveza, o alumínio é um dos principais materiais responsáveis por reduzir o peso final dos veículos. Em substituição ao aço, proporciona uma redução de peso de aproximadamente 50%, o que resulta no menor consumo de combustível e de emissão de gases na atmosfera. Além disso, possui excelente resistência mecânica, à tração, à corrosão e a impactos, o que rende segurança, maior estabilidade e melhores condições de dirigibilidade. Estudos comprovam que o material resiste a choques duas vezes mais que o aço. Altamente reciclável, oferece vantagens ambientais com a menor extração de recursos minerais.
Elétricos
Os veículos elétricos, alimentados por células que convertem hidrogênio em energia elétrica, serão testados no próximo ano na cidade de São Paulo. A idéia é colocar inicialmente cinco ônibus para circular em corredores na região central. Segundo o coordenador de Tecnologias Setoriais do Ministério de Ciência e Tecnologia, Cláudio Judice, os veículos elétricos são a alternativa para o longo prazo no transporte dentro de cidades. Hoje, os custos ainda são inviáveis. Há 4 anos, um ônibus elétrico custava US$ 1,9 milhão, enquanto um veículo a diesel saía por US$ 200 mil.
Caminhões 'flex'
Depois do sucesso dos automóveis bicombustíveis, que já representam quase 40% das vendas de modelos novos no País, as empresas se preparam para a produção em série de caminhões e ônibus com motores flexíveis. Nessa categoria, em vez de gasolina e álcool, o abastecimento será com diesel e gás natural. Também haverá opção do tricombustível, com o uso do biodiesel. A projeção é de que essa tecnologia seja lançada comercialmente até o fim do próximo ano.
Mais economia
Segundo a Delphi, uma das empresas que desenvolvem sistemas flexíveis, o caminhão ou ônibus bicombustível vai reduzir os gastos por quilômetro rodado. A estimativa é de que a mistura de diesel e gás sairá 30% mais barata e emitirá menos poluentes. O sistema vai usar diesel nas partidas e, depois de 1,2 mil rotações por minuto, o gás será injetado, podendo chegar a uma proporção de 90% a 95% de gás. De acordo com os engenheiros envolvidos no processp, o uso do gás pode proporcionar economia de R$ 20 por hora constante em que o veículo rodar. Para uso em ônibus nas cidades, a economia deve ficar entre R$ 8 e R$ 10 por hora de rodagem.
Menos poluição
O motor receberá um sistema eletrônico que vai dosar o uso dos dois combustíveis. A partida ocorre com a queima do diesel, mas na sequência passa para o gás. Os cilindros do produto devem ser encaixados no chassi. A intenção é dque o sistema original custe menos do que a transformação informal em oficinas. Além disso, o usuário poderá rodar 100% com diesel ou então com 90% a 95% de gás e o restante com diesel.

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