GM na liderança

Perto de atingir 80 anos de atividades no Brasil, no próximo 26 de janeiro, a General Motors do Brasil liderou o mercado brasileiro total em 2004, considerando todos os segmentos - veículos de passageiros, comerciais leves, caminhões e ônibus. A exportação registrou recorde, com um crescimento de 30% em relação a 2003. A empresa contabilizou 364.259 veículos emplacados no país, resultado que a colocou a primeira vez em sua história na liderança do ranking nacional, com participação de 23,1% no mercado brasileiro total. O Brasil foi o sexto maior mercado para a General Motors em 2004.



Vendas no Paraná

Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores no Paraná indicam que em 2004 foram vendidos 230.280 veículos novos no Estado. Este número representa um crescimento de 19,33% em relação ao ano anterior, quando foram comercializadas 192.984 unidades. O segmento que apresentou maior crescimento foi o de comerciais leves. O único setor que apresentou queda foi o de ônibus, com diminuição de 1,74% das vendas. Durante o ano de 2004 foram vendidos 127.748 automóveis. Este número representa um crescimento de 17,03% em relação a 2003, quando foram comercializadas 109.156 unidades.




Honda bate recorde

A Moto Honda da Amazônia encerrou o ano de 2004 com um novo recorde: 775.822 mil unidades comercializadas no mercado interno, o que significa um crescimento de 5% sobre o resultado conquistado em 2003, quando foram vendidas 740.593 motocicletas. Com isso, a Honda consolida sua liderança no segmento nacional de duas rodas. No mercado interno, a principal responsável pelo excelente desempenho foi a Honda CG Titan, que representou 58,7% do volume de vendas da marca no País e totalizou 455.788 unidades comercializadas, 10% mais que em 2003.


Mais potência no Civic

A Honda passa a equipar o Honda Civic LXL com o motor VTEC de 130 cv de potência. A nova versão estará disponível com transmissão manual ou automática e o início da produção está previsto para a segunda semana de janeiro. Com esse lançamento, a Honda amplia o leque de opções para o consumidor, que agora pode escolher entre cinco versões: LX (115 cv) ou LXL (130 cv), ambos com transmissão automática ou manual, e EX (130 cv) com transmissão automática.



Citroen cresce

A Citroen fechou 2004 com 21.104 veículos vendidos no mercado doméstico segundo dados do Renavan, registrando um crescimento de 20,46 sobre o emplacamento de 17.519 veículos no ano anterior. Domingos Boragina Neto, diretor comercial da marca, informa que esse resultado eleva a participação de mercado da Citroen para 1,42% no segmento de veículos de passageiros e utilitários leves e para 3,96% quando se consideram as vendas de automóveis sem os modelos populares. No acumulado de 2004, o Xsara Picasso manteve-se como carro-chefe da marca com 11.826 unidades, 17,22% a mais que no ano anterior.



Novas resoluções 1

As novas regras do Denatran, como a troca do extintor de incêndio e a obrigatoriedade do curso de direção defensiva e primeiros socorros para os motoristas, provocam grande polêmica no País. A primeira, já em vigor, prevê que os carros utilizem o modelo de extintor de incêndio ABC, com maior capacidade do que o atual, de tipo BC, e também mais caro (R$ 75 contra R$ 48). A outra resolução regulamenta uma série de medidas, entre elas, a obrigatoriedade cursos de direção defensiva e primeiros socorros para quem for renovar a carteira, o que custará cerca de R$ 50. A resolução também amplia o número de aulas obrigatórias para quem for tirar a carteira de habilitação, de 10 para 15 horas de aula.



Novas resoluções 2

Apesar da intenção ser boa, as novas medidas podem sofrer interferência da fiscalização e viabilidade dos equipamentos. No caso do extintor de incêndio, não adianta ter o modelo correto, se a maioria não sabe utilizar. Depois, multar quem não tem extintor correto é querer 'furar' o bolso de motoristas já cansados de serem lesados, seja por multas ou por impostos que nunca retornam em forma de benefícios. O curso de primeiros socorros obrigatório para quem vai renovar a carteira ou tem a carteira anterior a 1998 é outra idéia nada prática. O curso, que deveria ser ministrado por médicos experientes em socorro, será aplicado dentro das auto-escolas, tornando-se vulnerável e passível de ser transformado em uma ação 'para inglês ver'. Isso sem contar o perigo, já que uma forma de socorro inadequada pode agravar as lesões provocadas por um acidente.


Mauricio Della Barba
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