Caiuás em Maringá

O grupo Caiuás, que conta com concessionárias Honda em Londrina, Sorocaba e Itu, acaba de inaugurar mais um posto de venda e atendimento da marca japonesa no Paraná. Na última quinta-feira, os empresários Marcelo e Fábio Camargo, recepcionaram os clientes de Maringá para marcar o novo empreendimento. A Caiuás Maringá passa a atender a região em modernas instalações na Avenida Colombo, 4103. No show-room, o destaque ficou por conta do luxuoso Accord, do eficiente Civic e do premiado Fit.




Scania bate recorde

A Scania no Brasil atingiu na última segunda-feira a marca de 150 mil caminhões produzidos no País. A montadora também comemora em 2004 o recorde de sua produção anual no Brasil, que atingiu 13.147 unidades entre caminhões, ônibus e motores industriais e marítimos. Até então, o melhor resultado havia sido em 1997, quando a produção total alcançou 12 mil unidades. ''A marca de 150 mil caminhões produzidos é prova concreta de nosso compromisso com o Brasil, firmado em 1957, quando o País foi escolhido para receber a primeira fábrica fora da Suécia'', afirmou o presidente da Scania para a América Latina, Hans-Christer Holgersson. A produção dos primeiros 100 mil caminhões foi atingida em 1996, enquanto os demais 50 mil caminhões foram produzidos nestes últimos oito anos. A fábrica em São Bernardo do Campo tem capacidade de produção anual de 20 mil veículos e 5 mil motores.



Feras de Audi

A Audi, patrocinadora da equipe de futebol do Real Madrid, entregou, no último mês uma leva de carros para as estrelas do time. Ao todo, os 27 carros entregues somaram 6.800 hp. Os astros Ronaldo, David Beckham e Luis Figo escolheram o modelo A8 6.0 Quattro, de 450 hp. O francês Zinedine Zidane ficou com um A8 4.2 Quattro de 335 hp. Roberto Carlos escolheu o novo A6 3.0 TDI Quatro, o carro da maioria dos jogadores. O S4 Cabriolet, de 344 hp, foi escolhido por três jogadores: Fernando Morientes, Guti e Álvaro Mejia.



Pedágio 1

Mais uma vez, na novela do pedágio, os motoristas acabaram pagando o pato. Em meio a promessas do governo (ou abaixa ou acaba, lembram?), as tarifas em todo o Paraná ficaram em média 10% mais caras. Em vez de dicursos, promessas, ofensas e ações judiciais frágeis, que apenas consomem tempo e dinheiro (do cidadão, é claro), o governo do Estado deveria agir em outras frentes. Melhorar o serviço prestado e a qualidade das estradas deveria ser o enfoque e a obrigação estadual. É um absurdo Londrina, a segunda cidade mais importante do Estado, ainda não ter uma ligação rodoviária de qualidade com a capital. Não há projetos e nem discussões sobre uma possível duplicação da rodovia que liga Londrina a Curitiba. Isso sem falar de outras cidades que mereciam acesso privilegiado, como Foz do Iguaçu, Maringá e Cascavel. Em São Paulo, onde o pedágio impera há anos, existem inúmeras estradas - duplas e muito bem servidas - que ligam a capital ao interior.




Pedágio 2

O exemplo benéfico do Estado de São Paulo é tamanho que até diretores e técnicos da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) visitaram recentemente o centro operacional da AutoBAn - empresa privada que administra as rodovias estaduais Bandeirantes e Anhanguera, considerada as melhores do Brasil - para observar algumas medidas que melhoram a segurança das estradas. Para se ter uma idéia, em todo o sistema Bandeirantes/Anhanguera, há um total de 70 câmeras de monitoramento, que cobrem 73% das rodovias. Cada uma tem alcance para três quilômetros e tudo é acompanhado 24 horas. Em casos de acidentes, o sistema permite que equipes de segurança cheguem até o local em menos de 7 minutos. Além disso, as rodovias têm 32 radares fixos de controle de volocidade e três, móveis. A AutoBAn instalou cinco balanças fixas e duas móveis. Dos 550 mil caminhões que que passam pelas balanças no mês, 830 são autuados. Como se vê, não é preciso nem abaixar nem acabar com o pedágio. Basta exigir melhorias.

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