VIA RÁPIDA
Metronorte é Penta!
Pelo 5º ano consecutivo, a Metronorte, revenda Chevrolet em Londrina, conquistou a classificação de concessionária ''Nível A'', concedido pela General Motors do Brasil às lojas que se destacaram nacionalmente em vendas, qualidade de atendimento e na prestação de serviços. O prêmio de destaque será entregue pessoalmente pelo presidente da GM, Ray Young, ao empresário Assaad Nabhan em uma grande festa no dia 17 de junho. ''A Metronorte honra o nome Chevrolet em Londrina. O prêmio, concedido a poucas concessionárias do País, é a prova concreta de que o atendimento, a segurança e a satisfação do cliente sempre estará em primeiro lugar na Metronorte'', comemora Nabhan.
Celta Penta
A alegria diante da premiação fez Nabhan lançar com exclusividade o Celta Penta, em alusão ao 5º título ''Nível A''. O carro, equipado com motor 1.4, traz as cinco medalhas bordadas no banco dianteiro e é vendido com um bom desconto aos consumidores. ''É uma forma de presentear nossos clientes, fundamentais neste processo minuncioso de avaliação feita pela General Motors em todo o País'', justifica Nabhan. Segundo o empresário, o grupo Metronorte, que conta também com a Metrosul, em Curitiba, está entre os maiores concessionários Chevrolet do Sul do País.
Edição limitada
A Rolls Royce vai construir uma edição especial do Phantom (foto), alusiva ao seu centenário. O anúncio foi feito em Manchester, na Inglaterra, onde a marca celebra os 100 anos decorridos após o primeiro encontro de Henry Royce com Charles Rolls. Só serão produzidas 35 unidades desta edição do Phantom, a qual poderá ser identificada por umas placas embutidas na parte interior das portas e uma no chassis. O logotipo da marca aparece em vermelho em vez de preto, à semelhança do que acontecia com os modelos oferecidos entre 1904 e 1930. O ''Spirit of Ecstasy'' (imagem sobre o capô que identifica todos os RR) será produzido em prata maciça.
Rolls-Royce brazuca
Não são só os ídolos do esporte, como Mohammed Ali, ou da música, como John Lennon, Paul McCartney e Frank Sinatra, ou estrelas de cinema, como Brigitte Bardot, Richard Burton e Cary Grant que podem contar com um Rolls-Royce na garagem. No Brasil, a marca inglesa também encantou personalidades. Em 1952, o presidente Getúlio Vargas comprou por 7.339 libras esterlinas um Rolls-Royce modelo Silver Wraith 1953 (Espectro de Prata) conversível, usado pelo presidente Luis Inácio ''Lula'' da Silva, na cerimônia de posse, em 1º de janeiro de 2003.
Novo Mégane no Brasil
Esta é a notícia da semana. A Renault informou, na França, que deve anunciar em breve a produção de um novo carro no Mercosul - Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. A montadora guarda segredo dos detalhes do carro, mas, na Argentina, especulou-se a possibilidade de a montadora decidir pela produção da nova geração do Mégane no Brasil, que já é produzido na Europa. A antiga versão do carro é feita na Argentina e, se a informação for confirmada, a linha de montagem pode ser transferida para a fábrica da Renault em São José dos Pinhais, no Paraná.
Tchau Argentina
Apesar do aumento da produção de automóveis nos últimos meses, a possibilidade de perder para o Brasil a produção do Mégane traz preocupação aos argentinos porque seria mais um indício da perda de importância gradual do país como grande produtor de automóveis. Entre 2000 e 2003, as montadoras iniciaram a produção de 16 novos modelos em fábricas brasileiras e somente de 4 na Argentina. De acordo com o jornal ''El Cronista'', um dos fatores que estão sendo analisados para definir o local de produção do novo Mégane é a crise energética vivida pela Argentina - algumas indústrias da província de Córdoba, onde fica a fábrica da Renault, já estão enfrentando cortes no abastecimento de gás e eletricidade.
Yes, Brazil!
A fábrica da Renault no Brasil também perdeu recentemente para a Espanha o direito de produzir um novo automóvel, que deverá ser um modelo um pouco maior que o Clio e que está ainda em fase de projeto. A estagnação no mercado brasileiro, a crise generalizada em todo o Mercosul e a falta de perspectivas de exportação para a Europa levaram a direção da Renault a desistir do projeto desse automóvel. O fato de o mercado brasileiro ser bem maior poderia definir a transferência da linha do Mégane. Mas pesa contra o abalo nas relações da empresa com o governo do Paraná. O governador Roberto Requião (PMDB) chegou a ameaçar rever benefícios concedidos pelo governo anterior.





