VIA RÁPIDA
De olho no motorista
Os automóveis poderão incorporar de série, num futuro não muito distante, sensores no volante que determinam se o condutor está, ou não, apto para conduzir. A nova tecnologia, cujos estudos de instalação já estão sendo feitos na Europa, pode impedir que o condutor dirija se estiver com uma taxa de alcoolemia superior ao permitido ou sob grande stress. Os sensores do sistema medem a tensão arterial e dizem se determinado motorista pode, ou não, conduzir.
Erro na chuva 1
Quando chove muito, a maioria dos motorista refugiam-se na faixa da direita. Em piso seco essa é a melhor atitude, mas quando o piso está molhado, essa faixa é a que está mais repleta de sulcos, poças, muita borracha e óleo dos caminhões. Condições propícias para a ocorrência de derrapagens. Desta maneira, prefira circular na faixa do centro ou na esquerda, sempre abrindo caminho para quem vem de trás. Ao mudar de faixa, evite manobras rápidas e tenha muita cautela.
Erro na chuva 2
Outro erro é não colocar pneus novos nos dois eixos. Quando se opta por mudar apenas os pneus da frente, o que acontece é que quando chega a uma zona com mais água, os pneus da frente escoam bem, mas os traseiros entram em aquaplaning desestabilizando o veículo. Mesmo em linha reta! O mesmo pode acontecer quando a escolha éa por pneus de marcas diferentes nos dois eixos. Verá que o comportamento não será o mesmo e pode acontecer o problema.
Erro na chuva 3
Não despreze os chuviscos. Lembre-se que nessas alturas, os pequenos acidentes aumentam cerca de 45%, pois a mistura óleo, borrachas, poeira e água da chuva é igual ao sabão. Escorrega muito.
Picape da Honda
A Honda irá surpreender o público no próximo Salão de Detroit (North American International Auto Show), que começa na semana que vem nos Estados Unidos. A marca vai apresentar uma picape-conceito, chamada de SUT Concept. Com este projeto inédito, a Honda dá os primeiros passos para a futura produção do seu primeiro modelo utilitário esportivo com essa configuração, que disputará espaço em um dos segmentos mais concorridos do mercado norte-americano. Tirando vantagem da estrutura monobloco, o modelo tem design arrojado, cabine dupla e combina a utilidade de uma ampla área para carga na caçamba, típica das picapes, com o interior funcional e espaçoso dos utilitários esportivos.
Crash test
O efeito desses testes de colisão são registados pelos sensores colocados na estrutura do veículo e nos manequins, reproduzindo de uma maneira muito satisfatória o efeito da desaceleração na estrutura do veículo e no corpo humano. Atualmente os crash test são realizados pelo Euro Ncap, um organismo criado por associações independentes e financiado por alguns governos europeus, a uma velocidade de 64 km/h no caso do batida frontal contra um muro, e a 50 km/h nos impactos laterais, onde uma barreira é lançada contra o veículo. Esses testes são bastante importantes na medida em que permitem avaliar a deformação dos vários elementos da estrutura do carro e as consequências para o corpo humano da energia libertada no acidente. Além disso, o movimento da cabeça dos ocupantes deve ser o mais real possível, de modo a determinar se a cabeça toca ou não no volante. Depois de analisados, os dados recolhidos dão aos especialistas em acidentologia informações que permitem conceber carros com uma maior capacidade de absorção da energia libertada num embate, contribuindo assim para reduzir as lesões graves nos ocupantes.





