Vendas de veículos crescem 6,5% no Brasil
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domingo, 05 de dezembro de 2010
Reportagem Local 
O Brasil manteve a 4 posição no ranking mundial de comércio de veículos No acumulado dos 11 meses do ano foi registrado aumento de 6,5% nas vendas com relação ao mesmo período de 2009 O levantamento é da Jato Dunamic do Brasi (empresa privada líder em fornecimento de informações automotivas) O maior mercado mundial continua sendo a China, que registrou crescimento de 38% no mesmo período
Em segundo lugar aparecem os Estados Unidos, com aumento de 10,7%; e Japão, com alta de 6,3% Os dados chineses incluem apenas veículos de passeio Para o restante dos países os números englobam carros e comerciais leves A Alemanha obteve queda de 25,4% nas vendas no período e manteve seu 5º lugar O Reino Unido apresentou aumento de 6%, ficando em oitavo lugar
A Alemanha e Itália continuam em trajetória de queda com vendas 25,4% e 6,2% menores, respectivamente Nos demais países integrantes do Bric, Rússia e Índia continuam crescendo no comparativo entre os períodos, com altas de 22,5% e 35,8%, respectivamente
''Comprovadamente fecharemos o ano de 2010 demonstrando a força dos BRICs nos dez primeiros mercados do mundo O Canadá bem que tentou, mas não vai conseguir tirar a Rússia desta lista O Brasil se consolida na 4º posição e aumenta a distância em relação a Alemanha Com certeza, 2011 será um ano de muita disputa e foco para cada país manter a sua posição alcançada'', afirma Luiz Carlos Augusto, diretor superintendente da Jato Dynamics do Brasil
Desempenho das marcas
A Toyota manteve a liderança em vendas no acumulado entre janeiro e outubro de 2010, seguido pela Volkswagen e Ford A Chevrolet continua obtendo um aumento significativo, que foi de 22,6% no período, mantendo a quarta colocação Destaque para a Kia que obteve a maior variação percentual entre as 10 maiores marcas com crescimento de 25%
''América do Sul mantém o sobe e desce e deve fechar a ano sem nenhuma mudança Para 2011 podemos esperar uma melhora de desempenho da Venezuela e uma queda no crescimento da Argentina, mesmo assim o bloco terá um fechamento positivo, demonstrando que a crise ficou pela Europa'', comenta Augusto


