Veículos 1.0 se destacaram em pesquisa do Inmetro
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domingo, 24 de novembro de 2013
Reportagem Local 
Vinte e cinco fabricantes participam da 5ª edição do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular 2013, coordenado pelo Inmetro e de adesão voluntária, representando uma ampliação de 211% em relação ao último ciclo. Ao total são 327 modelos que exibirão a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence), afixada em seus vidros até 2012 eram 151 modelos e nove fabricantes.
A Ence classifica os modelos quanto à eficiência energética na sua categoria e traz outras informações, como a autonomia em km por litro de combustível na cidade e na estrada, e a emissão de CO2, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa e uma das novidades do ciclo.
A exemplo do que já ocorre para refrigeradores, aparelhos de ar-condicionado, fogões e fornos a gás, televisores, lâmpadas e outros produtos, os veículos recebem etiqueta com faixas coloridas de "A" (mais eficiente) até "E" (menos eficiente). "Com a adesão de 25 fabricantes, 70% do volume de vendas no mercado nacional sairá da fábrica em 2013 etiquetado. O objetivo é estimular que o consumidor procure a etiqueta para comparar veículos de uma mesma categoria, auxiliando-o a tomar uma decisão de compra consciente", alertou Alfredo Lobo,
diretor da Qualidade.
Segundo a tabela 2013, veículos 1.0 subcompactos foram os mais econômicos,
tanto no ciclo urbano quanto no ciclo estrada, em ambos combustíveis (gasolina e etanol). "Houve uma melhora de 5% na média dos consumos dos veículos A subcompactos em relação ao ciclo 2012 e de 1% dos veículos A compactos, ou seja, o maior volume de vendas no mercado nacional, reduzindo em média 4,2% a emissão de CO2 para atmosfera nestas duas categorias", completou Lobo.
Um carro subcompacto, que é um dos segmentos mais comercializados no Brasil, faz em média 12,3 km com um litro de gasolina, contra 9,2 km dos menos eficientes. Num percurso diário de 40 km, em um ano, a economia pode ultrapassar R$ 950, ao optar pelo veículo classe A. Em cinco anos, o valor é superior a R$ 4,7 mil, o que representa até 20% do valor do próprio veículo.


