DivulgaçãoA linha Vectra evolui e torna-se ainda mais agradável de dirigir devido aos motores com maior potência e torque A Chevrolet está colocando no mercado o Vectra com nova motorização. Trata-se dos motores Powertech 2.2 MPFI e Powertech 2.2 MPFI 16V (2.198 cm3), em substituição aos 2.0 (1.998 cm3) de mesmas configurações. A nova motorização estende-se à toda a linha Vectra GL, GLS e CD e contribui para maior agilidade e prazer de dirigir.
Os novos motores se diferenciam visualmente dos anteriores pela cor de parte da tampa de válvulas, agora vermelha. As versões GL e GLS estão com preços mais caros em R$ 395 em relação ao Vectra 2.0. A versão CD não teve seu preço alterado. A versão GL tem preço sugerido ao público de R$ 25.390, enquanto a GLS custa R$ 27.699. A CD com câmbio manual tem o mesmo preço de R$ 36.350, e a com transmissão automática R$ 40.107.
O modelo é um sucesso no mercado, desde que foi lançado em março de 1966. No mês passado, atingiu a marca, no segmento dos médios, de 150.350 unidades vendidas em dois anos. Somados aos modelos de primeira geração comercializados a partir de setembro de 1993, já são 208.752 Vectras rodando no Brasil.
DivulgaçãoO motor 2.2 litros de 16 válvulas da versão CD tem recurso que permite suavidade
De acordo com o fabricante, o motor da versão CD agora conta, pela primeira vez na produção nacional, com duas árvores de balanceamento (balance shafts) alojadas na ponte das capas dos mancais do virabrequim. Esses ‘‘eixos’’ anulam as vibrações e o ‘‘tornam praticamente tão suave em funcionamento como um 6 cilindros’’.
Com isso as versões GL e GLS ganharam potência, saindo dos 110 cv (potência líquida) e saltando para 123 cv sem mudança de rotação, de 5.200 rpm. Houve ganho também no torque, que subiu de 17,7 kgfm a 2.600 rpm para 19,4 kgfm a 2.800 rpm. Isso deve permitir aos Vectras GL e GLS maior agilidade no trânsito urbano e especialmente nas retomadas de velocidade.
Também houve desenvolvimento na admissão e no escapamento, para melhorar o enchimento dos cilindros. Os parâmetros de injeção e ignição sofreram modificações no módulo eletrônico de comando.
Assim, melhorou o desempenho do GL e GLS, que agora saltam de 0 a 100 km/h em 10,6 segundos (antes, 11,7 s) e atinge a velocidade máxima de 195 km/h, 8 km/h a mais que o o motor anterior. Houve ganho também na retomada de velocidade: passar de 80 a 120 km/h está 1,4 s mais rápido, em quinta marcha, agora sendo conseguido em 13,2 s.
Na versão, com motor de 16 válvulas, 4 por cilindro, a potência aumentou de 136 cv a 5.600 rpm para 138 cv a 5.400 rpm. A curva de torque foi redistribuída e seu valor máximo chegou a 20,7 kgfm (antes, 19,2 kgfm). Agora, no CD, 84% do torque máximo ocorre a 1.500 rpm e só baixa disso quando o motor atinge a rotação de potência máxima, que é de 5.400 rpm. Em outras palavras, durante toda a faixa útil do motor a potência é abundante em qualquer momento devido ao elevado torque presente em toda a faixa de funcionamento do motor.
A utilidade desses números é que agora o desempenho é obtido mais facilmente, sem recorrer a marchas inferiores, além da suavidade no funcionamento do motor.
A versão CD atinge a velocidade máxima de 205 km/h. Acelera de 0 a 100 km/h em 10 s e de 0 a 1000 metros em 31,5 s. A retomada de 80 a 120 km/h acontece em 17,2 s na quinta marcha. O consumo na cidade é de 10,3 km/l e na estrada chega a 15,5 km/l. A média, rodando 55% em cidade e 45% em estrada é de 12,6 km/l. O tanque tem capacidade para 57 litros, com autonomia para rodar 718 km.

mockup