Desde seu primeiro carro, o assistente social Rodrigo Zambon é consumidor de seguro. Ele conta que a primeira vez que bateu o carro o conserto ficou em R$ 5 mil. ''Sem o seguro não teria como arrumar na época. Desde então, não ligo para o custo do serviço e uso todas as coberturas. É uma prevenção que eu prezo. Seguro é essencial'', avalia.

A fisioterapeuta Marcele Eloise Graguer também é adepta. ''Já usei o seguro quando roubaram o rádio do meu carro. Também fiz uso dos serviços agregados, quando por descuido deixei acabar a gasolina e em cinco minutos me socorreram. Sem contar as vezes que precisei da troca de pneus. Para mim é um serviço que vale o preço que tem'', diz. (B.M.)

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