Um autêntico veículo fora de estrada com conforto e tecnologia para uso urbano. Desta forma, a Suzuki Grand Vitara atua no mercado nacional e tem conquistado cada vez mais mercado. Importado do Japão, o SUV é equipado com tração 4x4 integral com bloqueio diferencial e reduzida, ideal para consumidores adeptos do off-road, mas agrega itens de conforto como ar-condicionado automático digital e regulagem de altura no banco do motorista.
Um dos diferenciais é o preço e a sua boa relacao custo-beneficio. A versão de entrada (4x2 mecânica) sai por R$ 75.990, enquanto o modelo mais caro custa R$ 85.990 (com transmissao automática e 4x4 integral). Entre os seus concorrentes está o Honda CR-V, Dodge Journey, Hyundai Tucson, Toyota RAV4 e VW Tiguan, todos comercializados acima deste valor. Em Londrina, a Suzuki está presente há oito meses e já conquistou bom espaco no mercado, puxada pela demanda regional por SUVs.
Em média, são comercializadas 15 unidades do veículo por mês na região, metade do volume total vendido pela Itiban Suzuki (revenda local). No portfólio, a marca ainda conta com o Jimny (SUV pequeno) e o SX4 (modelo hatch). ''O diferencial da Grand Vitara é a tecnologia japonesa. O veículo é para uso fora de estrada e tem se destacado pelo design arrojado, bom espaço interno, alem de itens de conforto e segurança'', afirma Osni Moreira, diretor comercial da Itiban Suzuki.
A reportagem da FOLHA testou por um final de semana a versão mais completa da Grand Vitara. O veículo é realmente confortável para motorista e passageiros com boa visibilidade e dirigibilidade proporcionadas pelo bom posicionamento dos bancos e pela direção hidráulica. Internamente o veículo tem bom acabamento, chamando atenção pelo preto sóbrio dos bancos em couro e pela iluminação avermelhada do painel.
O veículo foi testado em terrenos fora de estrada e mostrou que corresponde bem a cada tipo de terreno em que é submetido. A suspensão independente nas quatro rodas, com dianteira McPherson e traseira Multilink também garante conforto.
O motor e 2.0 16V a gasolina, com potência de 140 cavalos a 6 mil rpm e torque máximo de 18,7 a 4.000 rpm. O modelo testado e equipado com tração permanente: o All Wheel Drive (AWD) integral com reduzida, que proporciona aderência em qualquer tipo de terreno. As mudanças são gerenciadas por meio de um botão giratório no painel que torna possível optar pela tração 4x4 com diferencial central bloqueado ou pela tração com 4x4 reduzida.
O modelo ainda é equipado com freios ABS com EBD e brake assist, que previne o travamento das rodas e contribui para manter a estabilidade e a dirigibilidade do veículo em frenagens de emergência. Além disso, há air bags para os bancos dianteiros e cintos de três pontos para todos os ocupantes e pré-tensionador para os dianteiros. Para reforçar a segurança passiva, os eixos foram projetados mais próximos das extremidades que maximizou o espaço interno e tornou os ângulos de entrada e de saída maiores, melhorando assim sua capacidade de superar obstáculos.
As dimensões - 4.500 mm de comprimento, 2.640 mm de entreeixo e 1.810 mm de largura - garantem um bom espaco interno. O porta-malas tem capacidade para 700 litros e, com o rebatimento dos bancos, o volume sobe para 2 mil litros.
Outro diferencial, segundo Moreira, é a disponibilidade de peças. ''Geralmente o 'calcanhar de Aquiles' de muitos veículos importados é a reposição de peças. A Suzuki trabalha com cerca de 94% de disponibilidade de peças'', afirma.

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