Como o seguro de moto ainda é pouco viável, a maioria dos proprietários adota medidas paliativas anti-furto, como travas, alarmes e cadeados. Não resolvem o problema por completo, porque os furtos continuam a acontecer pela cidade. Mas são uma opção acessível. Na Weffort Motos, localizada no Centro de Londrina, a trava mais vendida ainda é a ''travanjo'', que custa R$ 37, e bloqueia a roda traseira pelo sistema de transmissão. O usuário trava a coroa com chave tetra e ela é mais eficiente que colocar um cadeado na coroa, pois o mesmo pode ser quebrado pelo ladrão. A trava que vem sendo a nova sensação é a ''espanhola'', com preço entre R$ 35 e R$ 40. Trata-se de um pino de aço fixado no disco da roda, geralmente a dianteira, acionado por sistema ''anti-micha'', que não pode ser destravado.
Outra opção são os cabos de aço com trava espanhola, com medidas de 1,00 m a 1,50 m, com os quais se amarra a moto e o capacete em qualquer poste ou árvore. Custa entre R$ 40 e R$ 45. Menos rudimentares são os alarmes, que têm apenas o inconveniente de disparar ao menor toque de alguém que passe próximo da moto. O mais usado é o Positron, que custa aproximadamente R$ 200. Ele tem ainda um dispositivo que corta a corrente elétrica um minuto após o roubo. Mas o usuário precisa cuidar para que ele não descarregue a bateria da moto. (J.K.)

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