Na (re)apresentação do TT à imprensa especializada brasileira, no Autódromo Internacional de Fortaleza, a competência do modelo foi exaustivamente testada. Firme e estável, o TT é mesmo um carro para quem deseja sentir a esportividade na flor da pele.
Ao se acomodar, o motorista já se sente confortável. Além da beleza dos detalhes em alumínio e do desenho atual dos equipamentos do veículo, que agradam os olhos, a postura do volante e da altura dos bancos passam a sensação de controle ao piloto, como se esivesse ‘‘vestindo’’ o carro.
Ao pisar no acelerador, o barulho do dois intercoolers – que refrigeram com eficiência o ar a ser misturado com a gasolina – reflete a vocação do TT. A saída é rápida e brusca, e a velocidade sobe com o rápido escalonamento das marchas. O câmbio de seis marchas pode ser considerado um pouco seco e duro, mas curto e eficiente o bastante para um carro esportivo.
Nas curvas, o prazer de contorná-las é sustendado pela tração Quattro: o carro não se desgarra do asfalto e mantém o controle nas mãos do motorista. Opcional na versão cupê, a tração integral é um item que não se pode deixar de fora no TT, nem mesmo em pensamento.
Na reta do autódromo, seguro e controlado, foi possível checar o motor. Os 225 cv de potência pode levar o TT a velocidades acima dos 200 km/h. Só não chegou a mais por falta de pista. (M.D.B.)

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