Paulo Butori, presidente do Sindicato da Indústria de Autopeças (Sindipeças), gostou das quatro propostas apresentadas pelo governo aos fornecedores de matérias-primas do setor, feitas quarta-feira, em Brasília. ‘‘Tudo que era possível, o governo propôs’’, disse ele.
São as soluções plausíveis, explicou Butori. A única dúvida é se as cláusulas do contrato da Eletronorte com empresas do setor de alumínio já não estaria contemplando uma diferença.
Com o objetivo de fixar o dólar de referência cotado a R$ 1,50, para desonerar as importações, o governo propôs flexibilizar a Medida Provisória 1.569 e estabelecer um prazo de 90 dias para o pagamento (feito hoje à vista, por falta de financiamento).
Outra proposta é de redução das alíquotas de importação dos insumos que têm mais impacto na cadeia produtiva e de, em alguns casos, a alíquota chegar a zero.
A terceira proposta prevê a fixação de um valor mais baixo para o dólar fiscal e a última procura desatrelar do dólar o valor da energia elétrica cobrada pela Eletronorte à indústria de alumínio.

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