O segundo semestre não será tão pródigo com o segmento de motos como promete ser para o mercado de carros. Porém também reserva boas novas para os amantes dos veículos de duas rodas. Principalmente para apreciadores de modelos custom.
Entre as motos estradeiras haverá três novas opções. Em agosto, chega a Suzuki VZ 800 Marauder. Ela tem o mesmo motor da Intruder 800, porém é mais compacta. No mesmo mês, a marca japonesa traz a TL 1.000, uma superbike com 123 cv que se destaca pela injeção eletrônica. Em setembro é a vez da BMW exibir a custom R 1.200 C. A marca alemã se rendeu à moda das motos estradeiras e apresenta uma moto retrofuturista.
Outra custom a desembarcar em solo brasileiro será a Honda VT 600 Shadow. Ela chega em dezembro e, como todas as motos cruiser japonesas, exibe um design claramente inspirado nas lendárias Harley Davidson. Antes disso, a Honda planeja nacionalizar a produção da CB 500. A moto do tipo naked - pelada, sem carenagem - começa a ser fabricada em Manaus a partir de setembro.
Também da Zona Franca virá finalmente a Cagiva Canyon 600, que a Agrale coloca nas lojas neste segundo semestre. A moto do tipo cidade/campo com desenho arrojado foi apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo do ano passado e deve chegar ao mercado em agosto.
Retorno de imagem
Enquanto algumas marcas de automóveis reforçam as linhas no segundo semestre para melhorar as vendas, outras estão preocupadas em revitalizar a própria imagem. É o que acontece com a Mazda. Ela ficou sumida do mercado por causa dos problemas da Mesbla, sua ex-representante, que cedeu lugar à Mazda Motor do Brasil. A nova empresa acena com investimentos de US$ 50 milhões só na nova estrutura.
Além dos modelos MX 3 e 626, já à venda, a Mazda vai trazer ainda este ano o Protegé, o MX 5, o MPV e a linha de pick-ups. Outra marca que quer se reerguer é a Lada. Ela quer lançar, até agosto, o Niva com motor 1.7 e injeção eletrônica, que está em homologação. A Lada não fala em investimentos ainda, mas jura que não haverá problemas de manutenção, nem de reposição de peças, como acontece hoje.

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