A linha 2011 do Nissan Sentra Flex está no mercado com melhor relação custo-benefício. O modelo produzido no México passa a contar na versão de entrada com equipamentos encontrados nas opções superiores de acabamento, como computador de bordo, sistema de áudio que lê mp3 e com seis alto-falantes e cabo para conexão de iPod no console entre os bancos dianteiros. A versão topo de linha SL, equipada com o câmbio Xtronic CVT, ganha a câmera auxiliar traseira para manobras. Mesmo com as novidades, o preço da versão de entrada da linha 2011 do Sentra Flex não teve alteração de preços e continua partindo de R$ 54.990. As versões intermediária e topo de linha tiveram redução de preços de R$ 1,7 mil e passam a custar respectivamente R$ 63.290 e R$ 71.290.
O veículo chega com preço atraente em relação aos concorrentes diretos e vem bem equipado de série, trazendo desde a versão de entrada, a 2.0, itens como direção com assistência elétrica variável, porta-malas com 442 litros de capacidade, freios ABS com controle eletrônico de frenagem (EBD). Além desses itens, as versões intermediária S e topo de linha SL trazem o diferencial do sistema Divide-N-Hide, divisória removível oculta no interior do compartimento de carga que separa a bagagem.
O modelo Sentra flex SL - o top de linha - ainda ganhou uma câmera auxiliar traseira para manobras, sendo esse único no segmento de sedãs médios. Instalada na tampa do porta-malas, ela capta imagens da região periférica traseira do veículo e as transmite para a tela de 4.3'' posicionada no console central, a mesma que mostra as informações do sistema de áudio. O design do modelo mantém as características adotadas no ano-modelo anterior.
Internamente, as versões 2.0 e 2.0 S saem de fábrica com veludos nos bancos com padrões próprios e a cor cinza predominante no habitáculo - a 2.0 SL tem o preto como tom principal do interior, inclusive nas portas e no carpete do piso. O veículo utiliza o conhecido motor 2 litros bicombustível, que desenvolve 143 cavalos tanto com gasolina como com etanol. O modelo é encontrado com transmissões manual de seis velocidades (somente na versão 2.0) e Xtronic CVT (de série nas versões 2.0 S e 2.0 SL e opcional na versão 2.0).
Único veículo no mundo a combinar motor bicombustível com a transmissão Xtronic CVT, o Sentra Flex também tem equipamentos únicos no segmento de sedãs médios. Entre eles, a chave presencial inteligente I-Key, um item de conveniência que permite ao condutor travar e destravar portas e dar a partida no motor sem a necessidade de colocar a chave na maçaneta ou na ignição.
Já o motor é acionado com o simples girar de uma borboleta na coluna de direção. Uma chave tradicional embutida no corpo do I-Key garante a abertura e fechamento das portas e a partida no motor caso haja alguma pane elétrica. Além disso, ela serve para abrir e trancar a tampa do sub-tanque de gasolina, que está localizado no compartimento do motor.
Segurança
Aliando equilibrado conjunto de suspensão, formado por sistema independente com barra estabilizadora na dianteira e por eixo de torção com barra estabilizadora na traseira, e espaço interno, o sedã mexicano é confortável e agradável de dirigir. Os amortecedores contam ainda com dispositivo de controle de ondulação ''ripple control'', que elimina as vibrações transmitidas por depressões ou obstáculos.
Com entreeixos de 2,68 metros, o veículo oferece amplo espaço aos passageiros, especialmente os do banco traseiro que, mesmo com os encostos dianteiros totalmente recuados, não ficam apertados. Além disso, os encostos de cabeça podem ser rebatidos para ampliar a visibilidade do motorista quando não há passageiros atrás. Para o motorista encontrar a melhor posição para a condução, o seu assento pode ser elevado em até 60 milímetros e a coluna de direção regulada na altura. Todos os comandos do modelo são intuitivos, de fácil alcance.
Lançado no Brasil em 2007, o Sentra disputa mercado com Honda Civic, Toyota Corolla, Chevrolet Vectra, Citroen C4 Pallas, Peugeot 307 Sedan, Ford Focus Sedan e Renault Mégane Sedan - todos estes modelos são responsáveis por 80% das vendas do segmento M1, que é composto por carros médios de carroceria tipo sedã.

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