Segmento está em constante evolução
O segmento de vidros para o setor automotivo, em termos de tecnologia, está em constante evolução. Segundo Márcio Shida, modelos com película que inibem a passagem de raios solares ultravioleta são os mais procurados atualmente. Como o tamanho da área de vidros nos carros está aumentando, a incidência de raios solares também cresce e requer a necessidade da película anti-ultravioleta.
Outra tendência é a reforma de vidros que sofrem rachaduras com no máximo três centímentros. Dependendo do tamanho do trincado, não precisa mais trocar a peça toda. É possível reformar injetando dentro do local danificado uma resina e na sequência é feita uma soldagem, explica.
Além da economia em termos financeiros, afinal o preço da reforma do vidro custa
R$ 70 contra R$ 1 mil de uma peça nova, também existe o aspecto da responsabilidade ambiental. Hoje um dos grandes problemas que o mundo vive é a falta de locais para descarte do lixo, logo, reformar um vidro é uma ação ecologicamente correta, aponta Shida.
A substituição no uso de vidros temperados pelos laminados também é crescente. Enquanto os primeiros estão entrando em desuso, uma vez que estilhaçam em pequenos pedaços quando sofrem algum impacto, os laminados possuem uma camada de resina plástica que evita a quebra em decorrência da colisão. A vantagem vai ser percebida na hora que sofrer uma colisão, porque os estilhaços não cortam o motorista e quem mais estiver no carro. (R.O.).





