Santana foi pioneiro no uso dos freios ABS
O Santana, na verdade, é uma evolução do Passat, ou a versão três volumes do hatchback esportivo da Volks. Seu nome vinha de um vento forte, quente e seco que sopra nas montanhas de 'Santa Ana', no sudoeste da Califórnia, proveniente do litoral.
O Santana chegou ao Brasil em abril de 1984 para inaugurar um novo mercado para a Volkswagen e concorrer com o Del Rey, o Monza e o Diplomata. O carro era equipado com motor 1.8 de 92 cv e câmbio de cinco marchas (uma novidade até então). A versão perua do Santana, a Quantum, sugiu em agosto de 1985.
A primeira reestilização do modelo aconteceu em 1987. Os pára-choques envolventes do modelo alemão passaram a ser adotados e as versões mudaram a nomenclatura para C, CL, GL e GLS. Em 1988 a Volks atendeu os consumidores e disponibilziou um motor mais forte, de 2.0 litros e 112 cv com álcool e 99 cv com gasolina.
A grande mudança na linha aconteceu mesmo em 1991. Ficou mais comprido, mais alto e com um porta-malas 40 litro maior. Um ano depois, o Santana passou a adotar o sistema de freios ABS, item inédito nos carros nacionais.
Em 1996, com 12 anos de mercado, a carreira do Santana começava a entrar em declínio. Em 1997 o Santama mudava novamente, trazendo a nomenclatura 1.8 Mi, 2000 Mi, Evidence e Exclusiv. (M.D.B.)





