Saiba como o Fiat Linea foi transformado em máquina de competição
PUBLICAÇÃO
sábado, 09 de junho de 2012
Redação FolhaWeb 
Além de um esporte repleto de emoções, o automobilismo é considerado um grande laboratório, onde tecnologias diferentes ou que ainda não estão totalmente prontas para o mercado podem ser testadas nas pistas de corrida.
Há modalidades, como a Fórmula 1 ou a Indy, em que os veículos foram criados exclusivamente para o alto desempenho. Mas em outras, como as de turismo, modelos que circulam diariamente pelas ruas das cidades são transformados em máquinas de competição.
É o caso do Fiat Linea, que o público londrinense pôde ver mais uma vez no Autódromo Internacional Ayrton Senna, na semana passada, durante a abertura da temporada da Copa Fiat. A competição foi criada há três anos e desde então utiliza o sedã premium da marca italiana.
''É o único motor T-Jet a álcool no Brasil. Nesse caso entra muito aquela coisa de 'laboratório'. Para esse tipo de motor, a opção flex ainda não tem mercado'', ressalta.
Mas para travar disputas acirradas e dar um show de velocidade nas pistas é preciso mais do que potência no motor. A aerodinâmica, por exemplo, é fundamental e tem muito a ver com a escolha de um modelo sedã. ''É melhor do que um hatch, por exemplo, pois tem menos turbulência atrás'', explica Dilser.
Mesmo assim, algumas adaptações são feitas e, no lugar de uma traseira tradicional de sedã, o Linea recebe o aerofólio, que proporciona maior estabilidade. Na frente, o visual é bem mais agressivo e com bitolas que também influenciam bastante na estabilidade. Sem contar que o possante fica muito mais próximo do chão.
Leia mais na reportagem de João Fortes exclusiva para assinantes da FOLHA


