Riqueza em detalhes é o principal critério
Riqueza em detalhes, aerodinâmica que remetem a momentos da história, raridade e luxo. Esses são os critérios que, o oficial de justiça do trabalho, Ademir Pauluki utiliza na hora de comprar uma relíquia em quatro rodas. Fazem parte da sua respeitável coleção três peças que merecem atenção redobrada. O primeiro deles é o premiado Mustang Ghia, 1974, que no Encontro Sul-Brasileiro de Carros Antigos, em 2005, em Ponta Grossa, foi escolhido o melhor representante dos anos 70. Seu valor estimado é de R$ 90 mil.
Dentre os representantes dos anos 60, Pauluki possui um Thunderbird, de 1960, fabricado para ser o modelo de luxo da Ford. Importado dos Estados Unidos, na época poucos foram fabricados e existem apenas 4 no Brasil. É um carro de oito cilindros, equivalente a um 5.0, se existisse, com câmbio automático e cheio de detalhes, declina, lembrando que pode custar entre R$ 70 mil e R$ 350 mil.
Outro xodó da coleção que também reúne dois modelos do Landau, um Karmann Ghia, um Sinca Chamborg e o primeiro carro que adquiriu, um Chevette anos 70, é o Chevrolet Impala 1961. É um modelo amplo, a exemplo do T-Bird e também agrega na aerodinâmica herança da era da conquista do espaço sideral. Ele parece uma nave espacial, um foguete, porque tem todos os detalhes da lataria inclinados, observa ele, que sempre é assessorado pelo filho Estéfano Janólio Pauluki, também apaixonado por carros antigos. (R.O.)





