DivulgaçãoEm linhaA família Mégane é composta de cinco modelos: hatchback, coupé, Scénic, Cabriolet e Classic A Renault apresenta dois destaques no Salão do Automóvel de Genebra: o motor turbodiesel com injeção eletrônica direta, o ‘‘F9QT’’; e o carro-conceito Pangea (veja texto nesta página). Outras atrações são o Mégane Cabriolet, as versões Initiale (top de linha) do Clio, Mégane e Laguna, além de uma série de inovações tecnológicas destinadas a otimizar o conforto, o prazer e a segurança ao dirigir.
A versão Cabriolet aumenta a família Mégane. O projeto foi concebido em parceria com o fabricante alemão de carrocerias Karmann e desenvolvido a partir da versão coupe do Mégane. Terá motor de 2.0 litros de 16 válvulas e 150 cv. A importação do modelo para o mercado brasileiro ainda não está decidida.
Por outro lado, o presidente da Renault, Louis Schweitzer, disse que dentro de quatro meses será anunciado o nome do segundo modelo a ser produzido na fábrica de São José dos Pinhais (o primeiro é o Mégane Hatchback). O Scénic (Carro do Ano na França) e o sucessor do Clio são os mais cotados. A fábrica deve começar a produção antes do final do próximo ano.
O Mégane Scénic é um dos modelos que podem ser fabricados no Brasil
Depois do Safrane, a Renault amplia sua assinatura de linha ‘‘Initiale Paris’’ ao Clio, Mégane e ao Laguna. A grife Initiale é acompanhada de uma coleção ‘‘boutique’’ composta de bagagens, bolsas e sacolas.
O Twingo já conta com a versão Easy desde 1994. A decisão de trazer esse carro para o Brasil ainda não foi tomada. O Sistema Easy de embreagem automática associado a uma caixa de câmbio manual, foi agora estendido para o Clio e ao Mégane, nas suas versões Scénic, 5 portas hatch e Classic.
A principal evolução tecnológica da marca é a técnica da injeção direta que hoje em dia tem uma alta penetração nos veículos de passeio a Diesel (no Brasil é proibido por Lei, devido ao subsídio dado pelo Governo a esse combustível). O motor ‘‘F9QT’’ é mais econômico e potente. O princípio básico é o acelerador eletrônico já aplicado nos motores dos bólidos de Fórmula 1.
A Renault tem hoje 137.325 funcionários. No ano passado, a empresa, pela primeira vez
em 10 anos, teve um prejuízo de aproximadamente US$ 1 bilhão. O anúncio oficial deve ser feito no próximo dia 20 de março.
O Mégane Cabriolet é uma das novidades da marca
O presidente e diretor geral da Renault, Louis Schweitzer, disse que a
decisão de fechar fábricas e abrir outras em outros pontos do planeta, é a busca por um mercado consumidor, aumento da produção e redução de custos. Até o ano 2000
a empresa espera reduzir o custo de produção em até US$ 600 por unidade. Ainda não se sabe quanto esse valor irá refletir para o consumidor final.
De acordo com Raymond Jahiel, presidente da Renault Comercial do Brasil, a rede terá 60 lojas até o final deste ano. A meta é chegar ao ano 2.000 com 250 concessionárias. Também deve nomear outros pontos de serviço no Brasil, a exemplo da Fiat.
O objetivo é vender peça, serviços de pintura e funilaria para veículos de outras marcas. A rede também poderá comercializar carros usados, dando garantia nesse tipo de produto. Para ser candidato a conquistar uma bandeira da marca é necessário um investimento entre R$ 2,5 milhões a R$ 20 milhões. Londrina, Cascavel e Francisco Beltrão devem ter revendas instaladas nos próximos dois meses.

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