Quem ainda não tem condições de investir em um carro novo, mas também não quer um modelo muito rodado, procura pagar um preço razoável em um veículo com baixa quilometragem. Mas isso pode ser uma armadilha.

A adulteração do hodômetro - equipamento que mede a quilometragem rodada - para agregar valor na venda de veículos é um crime mais comum do que se pensa. É o que mostra um levantamento feito pela Checkauto, empresa ligada ao grupo Dekra e especializada em levantamento de informações sobre histórico de veículos seminovos e usados.

Como evitar cair no golpe do hodômetro adulterado? Leia mais na matéria de João Fortes.

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