Quem se salvou destaca eficiencia do suporte
O uso correto do encosto de cabeça não salva os motoristas e passageiros apenas de acidentes de pequenas proporções. Quem já sofreu um acidente grave e conseguiu sair vivo, também pelo uso correto do encosto, reconhece a importância do equipamento.
O vereador Mário Celso Cunha é um exemplo. Ele sofreu um acidente de carro no dia 10 de outubro de 1999. Depois de três capotagens e fraturas de costela e ombro, foi diagnosticado lesão na sétima vértebra da coluna cervical.
Apesar dos traumas todos, a situação poderia ser pior. O vereador contou que podia ter ficado paraplégico ou tetraplégico com o acidente, mas o que lhe salvou foi, por sorte, a falta do cinto de segurança e o apoio de cabeça. Era domingo de manhã, não tinha ninguém na rua e eu estava bem devagar. Como não estava usando cinto de segurança, quando o carro capotou eu fui parar no banco do passageiro e foi a minha sorte, porque a parte mais destruída foi a do motorista. E o encosto foi o que ajudou na hora do primeiro impacto. Foi ele que segurou o pescoço na hora que bateu.





