Quem faz o teste garante a satisfação
Quem costuma fazer o test-drive antes de levar o carro para casa afirma que a atitude garante mesmo a satisfação na escolha. A advogada Marlova Raimundo testou um Clio, um Celta e um Fiesta antes de trocar de carro. Segundo ela, a escolha, que acabou recaindo sobre o Fiesta, foi consciente. ''Por meio do test-drive, percebi que o Fiesta era mais macio, silencioso e de boa dirigibilidade. Comprei sabendo que iria gostar do carro'', conta
De acordo com a advogada, o carro tem que ser uma ''extensão do braço'' e isso, segundo ela, só se consegue perceber andando com o veículo. ''Não dá para comprar por palpite. Tem que experimentar mesmo.''
A micro-empresária Elizabeth Celli também é adepta do test-drive. Foi assim que ela optou pelo Focus, depois de ter andado também no Golfe e na Classe A. ''Ao testar vários modelos, pude ver qual era o mais confortável e o que mais se adaptava ao meu estilo. Esse tipo de coisa não se vê escolhendo o carro por revista, por exemplo'', conta.
Elizabeth fala com o conhecimento de quem já se arrependeu por comprar um carro sem antes dar um voltinha nele. Em 1997, a família adquiriu um Vectra, que não agradou. ''A gente não tinha andado no carro quando compramos e depois percebemos que o carro não era o que queríamos. Acabamos se desfazendo dele em seguida.''
O também micro-empresário Antonio Romão da Silva Filho diz que o fato de não abrir mão de testar o carro antes de levá-lo para casa sempre lhe trouxe satisfação. ''Se você está em dúvida entre um modelo e outro não há coisa melhor a fazer que dirigir os dois. A escolha neste casos sempre é a mais sensata''. (E.C.R)





