Prudência determina a segurança
Um dos principais receios de quem quer o gás no veículo é a segurança. Quem está enovlvido no processo garante: com prudência, o GNV não oferece nenhum risco. Os acidentes que conhecemos aconteceram por imprudência do dono do veículo, observa Cézar Frank Lombardi, engenheiro reponsável do Centro de Inspeção, Pesquisa e Transporte (Cipetran), órgão credenciado pelo Inmetro para homologar as empresas que convertem os carros para gás.
Por imprudência entende-se, por exemplo, fazer a conversão em empresas que não são homologadas, ou seja, preparadas para isso. Tivemos que passar por vários treinamentos e adequações para oferecer o serviço, conta Dante Cordeiro, da Injetgás. É preciso fazer vários testes. Por isso, tem que ter responsabilidades, conta Antônio Roberto Cruppeizaki, da Mecânica Beto.
Além disso, o dono do carro tem que fugir das improvisações. Não adianta querer usar botijão de gás no lugar do cilindro porque ele não aguenta a pressão. É perigo de explosão na certa, diz o presidente da Compagás, Antônio Fernando Krempel.





