Primeiras impressões sobre o EC7
PUBLICAÇÃO
domingo, 26 de janeiro de 2014
Cecília França<br> Reportagem Local 
Após a apresentação do novo Geely EC7 para a imprensa na última terça-feira, em Itu (SP), a reportagem da FOLHA teve a oportunidade de testar o sedã na área urbana e na estrada. O trajeto proposto pela equipe da marca teve duração aproximada de uma hora, com duas trocas de motorista.
Os bancos de couro e o amplo espaço interno permitem a quem pilota uma direção confortável. O câmbio macio, apesar de manual, não impõe dificuldades na mudanças das cinco marchas. O principal ponto negativo fica por conta do volante, portas e painel de plástico, um pouco incômodos ao toque.
Como virá em versão única (não há possibilidade de acrescentar acessórios), o painel extremamente sóbrio do EC7 carece de uma central de navegação multimídia, de navegação por GPS e de comandos de áudio no volante adicionais que devem vir nas próximas versões.
Ar condicionado com controle eletrônico, direção hidráulica, volante com regulagem de altura, computador de bordo (funções de autonomia, velocidade média e odômetro parcial), destravamento do porta-malas e travas elétricas nas quatro portas são outros acessórios do EC7. Ao mercado brasileiro, ele estará disponível nas cores preto, branco, prata, cinza e azul.
O sedã vai de 0 a 100 km/h em 12 segundos e a velocidade máxima é de 185 km/h. As rodas são de liga de alumínio de 16 polegadas e os pneus trazem medidas de 215 x 55 mm. O tanque de combustível é de 50 litros. Não foi possível medir o consumo de combustível, mas de qualquer forma, a versão flex chega ao mercado em julho. E somente em 2015 terá, finalmente, câmbio automático.
Quanto ao desempenho, o EC7 saiu-se bem na cidade e mesmo nas curvas da estrada. Mas na subida deixou a desejar, sendo inevitável o recuo de marcha. Nada que desvalorize o modelo, porém, fica claro que ele não deve cair no gosto de quem busca agilidade, e, sim, conforto e tranquilidade. O EC7 não promete mais do entrega, o que já é um grande passo na busca pela confiança dos brasileiros.


