Precisão nas curvas, robustez e agilidade
PUBLICAÇÃO
sábado, 27 de abril de 2013
João Fortes<br> Reportagem Local 
Com tanta tecnologia e conforto, é difícil não apreciar a experiência de dirigir o Freelander 2. Talvez para quem realmente não gosta de modelos mais altos.
A versão testada pela reportagem da FOLHA foi a top de linha HSE, equipada com o motor 2.2 Turbodiesel, que gera 190 cavalos de potência e 42 kgfm de torque. Números que garantem um arranque forte e levam o carro a ultrapassar os 100 km/h em 9,5 segundos.
A notável estabilidade é outra característica já conhecida dos veículos da marca inglesa. Tanto que durante o teste drive, o Freelander 2 garantiu curvas precisas mesmo em velocidades mais altas no asfalto.
Já em uma área com solo gramado em determinados trechos e apenas terra em outros, foi possível simular manobras rápidas, com alteração repentina de curso. Mais uma vez o SUV se mostrou seguro para os ocupantes e respondeu de forma precisa aos movimentos bruscos, sem perder a aderência ao solo.
E é claro que com tração nas quatro rodas e uma suspensão inteligente foi possível passar por obstáculos, subidas, ladeiras e até atoleiros com tranquilidade.
Outra impressão que vale destacar com relação ao Freelander é a agilidade que proporciona no trânsito. Primeiro, é claro, pelo desempenho mecânico. Além disso, apesar dos seus 4,5 metros de comprimento e 2,19 metros de largura, o SUV não passa aquela sensação de estar dirigindo um caminhão, mas sim de guiar um carro comum, embora mais alto e robusto.
Ao aliar as mudanças do ambiente interno do Freelander com o desempenho que o carro entrega, tem-se um carro mais completo, que proporciona conforto diferenciado e que garante mais agilidade e acesso fácil a comandos, ajustes e configurações. (J.F.)


