O mês de maio foi positivo para o 408, sedã médio da Peugeot. Os números da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que foram 607 emplacamentos ante 435 do mês anterior. A escalada possibilitou ao recente lançamento da marca francesa saltar à frente, em maio, de Fluence (Renault) - 446 emplacamentos - e C4 Pallas (Citroen) - 562 emplacamentos.
Mas a lista de concorrentes é ainda mais extensa para o 408 na parte da frente da fila. Em ordem crescente de vendas: Sentra (Nissan), Fusion (Ford), Linea (Fiat), Vectra (GM), Cerato (Kia), Civic (Honda) e Corolla (Toyota).
Durante dois dias, a FOLHA testou a versão topo de linha, Griffe, do 408, cedido pela concessionária Ópera. Trata-se de um carro que não chama tanto a atenção por suas linhas externas, mas que tem um interior com ótimo acabamento e diversos itens de conforto. Entre outros, destaque para a tela retrátil de sete polegadas, na qual pode ser visualizado o sistema de navegação, funções do rádio e um eficiente sistema de sensores de estacionamento, que transformam as manobras em atos simples.
O porta-luvas é refrigerado e tem capacidade de 10 litros. O porta-malas comporta 526 litros.
O propulsor é um 2.0l Turbo High Pressure de 16 válvulas, flex, que desenvolve 165 cavalos a 6.000 rpm e oferece torque de 24 kgfm a 1.400 rpm. A velocidade máxima é de 208 km/h. A aceleração da inércia a 100 km/h acontece em 11,9 segundos, de acordo com a Peugeot. A montadora não divulga dados de consumo.
O câmbio é o AT8, sequencial, tiptronic, que proporciona trocas de marchas suaves. A versão de entrada, a Allure, tem câmbio manual de cinco marchas.
Em Londrina, os preços praticados pela concessionária para o 408 vão de R$ 56.900 (Allure) a R$ 79.900 (Griffe).

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