Paixão pela marca
Colecionador há cerca de uma década, exatamente o período em que comprou o AMV, o engenheiro mecânico Mario de Oliveira afirma que não gosta apenas do modelo 1989, mas de toda a linha Puma. "O AMV talvez seja o mais raro, mas tenho uma coleção de Pumas", revela.
Ao todo são cinco veículos. Além do AMV 4.1 ano 1989, há um GTB 1977 na cor branca, um GTB S2, 1981, na cor amarela, um GTE vermelho, também de 1981, e ainda um Puma GTS 1984 com a lataria dourada.
Oliveira conta que sua paixão por Pumas surgiu na infância, quando o pai tinha um DKV. "O DKV se tornou parte fundamental para o protótipo do Malzoni, que futuramente se tornaria o Puma. Na faculdade tive um colega que teve Puma e isso só aumentou a minha vontade", lembra.
O colecionador acrescenta que quando a condição financeira permitiu, há cerca de uma década, deu início à compra dos Pumas, que pretende manter por um longo tempo. "Quem sabe futuramente não consigo ter todos os carro com placas pretas. O certo é que não penso em me desfazer", avisa.
Membro de um clube de apaixonados pela marca em São Paulo, o engenheiro esclarece que procura manter contato com colecionadores de Londrina e se orgulha pelo número de jovens que apreciam o estilo do carro. "Tem muito jovem colecionando ou interessado. Isso é importante e também um sinal de que a marca nunca vai morrer", opina. (V.F.)





