Nesta época do ano a neblina ou nevoeiro aparecem com mais frequência aqui no Sul do Brasil. Este fenômeno climático é causado pelo esfriamento do ar quente e úmido que entra em contato com o solo frio ou superfície líquida. Quando o ar quente perde calor para o solo frio, faz com que o vapor de água se condense, formando partículas de água, a neblina.
Estas partículas acumuladas aumentam a refração da luz, provocando maior brilho no ambiente exterior, prejudicando a visibilidade e, em alguns casos, reduzindo o campo visual para menos de 500 metros, comprometendo a segurança viária em ruas e rodovias.
Para amenizar o problema, alguns veículos possuem o farol de neblina. Vendido como item opcional nos carros mais populares, ele melhora a iluminação da via em caso de neblina, tempestades ou nuvem de poeira.
Localizado abaixo do para-choque, próximos ao solo, as luzes servem para iluminar as faixas pintadas no asfalto e os "olhos de gato", sinalizações que servem de referência para o motorista conduzir em condições de baixa visibilidade.
É importante não confundir farol de neblina com o farol de milha. Este último trata-se de um facho de luz concentrado e de alta intensidade, com função semelhante ao farol de luz alta. Os faróis de milha devem cumprir os mesmos requisitos exigidos para o uso dos faróis de luz alta e somente podem ser acionados com os faróis principais.
O uso do farol de neblina em si não é suficiente para proporcionar uma condução segura. Por isso, em casos de neblina ou demais condições climáticas adversas os especialistas do Cesvi Brasil recomendam a adoção dos seguintes procedimentos:
usar o farol baixo; usar a luz de neblina; reduzir a velocidade; guardar maior distância do veículo à sua frente; procurar se orientar pela sinalização de solo da via por onde se trafega; utilizar o pisca alerta somente com o veículo parado em situação de emergência. Não use esta sinalização com o veículo em movimento.
Fonte: Cesvi

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