A GM resolveu apimentar o seu carro top de linha no Brasil. O Omega passa a ser equipado com um motor V6 de 3.6 litros, feito em alumínio, que substitui o 3.8, de concepção mais antiga. A troca proporcionou ao carro um desempenho impressionante, graças aos 258 cv de potência gerado pelo novo propulsor.
Ainda na parte mecânica, o Omega passa a contar com uma marcha a mais no câmbio automático, agora de cinco marchas. Outro ponto forte é o novo câmbio sequencial de cinco marchas, com opção de trocas por botões instalados atrás do volante.
Esteticamente o Omega também traz alterações, em sua maioria retoques visuais sem grandes mudanças. A grade dianteiraa passa a incorporar o espírito mais esportivo do carro e oferece entradas de ar do tipo colméia. Outra novidade é o pára-choque dianteiro, que recebeu novas divisões entre as entradas de ar. Na traseira, as lanternas mantêm o mesmo formato triangular, mas passam a ser mais transparentes. De resto, só mesmo o novo jogo de rodas de aro 16 montadas em pneus 215/60R, que são de alumínio, inclusive o estepe.
Por dentro, o luxo foi aprimorado. Novas hastes para troca de marchas foram instaladas atrás do volante, que ganhou mais empunhadura. Recursos como computador de bordo de 13 funções, sistema de som com disqueteira de seis discos no painel, acendimento automático dos faróis e ar-condicionado eletrônico continuam fazendo parte dos itens de série. Destaque são os sensores de aproximação de obstáculos instalados no pára-choque traseiro e acionado assim que a marcha à ré é engatada. No porta-malas, vão até 465 litros de bagagem.
O novo Omega chega custando R$ 159.700, o que representa um acréscimo de R$ 11 mil em relação à versão anterior. Apesar de se tratar de um carro de imagem da marca - vendido quase que em sua totalidade para políticos, parlamentares e empresários bem sucedidos, a General Motors projeta para este ano a venda de 800 unidades do modelo. Resultado que, se for confirmado, praticamente igualará ao do ano passado (807 unidades). Mesmo com a previsão de estabilidade e de manutenção da liderança do segmento, a empresa ainda acredita que poderá subir alguns pontos porcentuais, terminando 2005 com 50% de participação no segmento.

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