O lado maxi do Mini
A versão Top do Mini Cooper S sofreu mínimo reajuste de preço na nova geração, tabelada em nada desprezíveis R$ 129.950. Em um carro desse valor cairia bem o ajuste automático dos bancos, ao menos do motorista, mas perdura o manual. O sistema multimídia não é touchscreen e, sim, controlado por um conjunto de botões posicionado no console central um elemento a mais na já lotada cabine. Há abas para controle da navegação, do rádio, configurações, entre outros. Um tubo de luz de LED contorna a tela redonda e as bordas mudam de cor a cada seleção.
Abaixo está o ar condicionado dual zone, também com detalhes coloridos. Cada um dos botões do painel para abertura do teto solar, acendimento das luzes internas, controle do head-up display, etc possui alças cromadas. Todos esses elementos juntos deixam a cabine do Mini um pouco poluída. Alguns elementos, como o tubo de LED, poderiam ser facilmente descartados, porém, fazem parte de sua personalidade forte, assim como as nove cores disponíveis e as inúmeras possibilidades de personalização. O Mini contraria o próprio nome tanto em acessórios quanto em desempenho ainda bem. (C.F.)





