Novos materiais impedem quebra da correia dentada
PUBLICAÇÃO
sábado, 09 de agosto de 2008
Da Editoria 
Utilizada pela maioria dos veículos nacionais, dos antigos aos últimos lançamentos, a correia dentada é uma das peças vitais do motor. Responsável pelo sincronismo entre as válvulas e os pistões, sua quebra sempre traz um grande prejuízo ao dono do carro.
Atualmente, graças à pesquisa contínua de novas formas e materiais, a Gates - líder mundial em correias - está ampliando a vida útil desse componente e tornando o ''pesadelo'' da quebra cada vez mais raro. Mas é preciso se manter atento, realizando a manutenção preventiva do veículo e aplicando a peça certa para cada modelo.
Um problema muito comum é a aplicação de correias de cloropreno, projetadas para motores mais antigos, nas novas gerações de alta performance, que necessitam de correias em HNBR, um elastômero muito mais resistente ao calor, óleo lubrificante e ao ozônio do ar.
Como muitos motores mantiveram a mesma estrutura ao longo dos anos, é possível montar peças das gerações antigas nas novas. No caso da correia dentada, o proprietário pode ''economizar'' cerca de R$ 20 se trocar o item original em HNBR por outro de cloropreno.
Mas é preciso lembrar que os populares 1.0, por exemplo, ganharam mais de 50% de potência desde a sua criação. Como a exigência e o calor são muito maiores, a correia errada romperá em pouco tempo. O resultado final é o carro no guincho e o motor com sérios danos. ''Quando montadas nos motores indicados, as correias em HNBR duram, em média, 60 mil quilômetros e as cloropreno 40 mil quilômetros. O grande problema é instalar a correia errada, seja por desconhecimento ou para economizar. Já atendemos casos em que a peça se rompeu com pouco mais de 1 mil quilômetros'', explica Plinio Separovic Fazol, supervisor de Marketing e Engenharia da Gates.
A empresa (www.gatesbrasil.com.br) orienta os motoristas como identificar corretamente as correias no catálogo, nas caixas ou até pelo código gravado nas peças, para se fazer a troca correta. ''O próprio dono do veículo pode fazer essa verificação facilmente. Todo carro fabricado após 1995, por exemplo, precisa usar correia dentada em HNBR. As correias Gates nesse material trazem a sigla XS ou HNBR gravada na embalagem e na própria peça. Se a correia nova não tiver o código, está errada'', esclarece Fazol.


