O novo Polo é feroz na estrada. Um percurso de pouco mais de 500 km entre Londrina e Foz do Iguaçu, com paradas apenas para lanches rápidos e, ocasionalmente um almoço, transitando por rodovias nem sempre adequadas, permitiu uma boa avaliação do carro. Trechos em obras e imperfeições no asfalto exigiram eventualmente o uso brusco do sistema de freios. O do Polo respondeu bem, cabendo a quem dirige apenas estar atento para quem vem atrás.
O conforto que o carro oferece numa viagem dessa distância é inquestionável. O motorista adequa o seu porte físico à condições que o Polo oferece. Ele pode levantar ou abaixar o banco, regular o encosto de acordo com a sua posição preferida ao volante que, aliás, tem também como ser levantado ou abaixado , e ajustar a poltrona conforme o tamanho das pernas sem que para isso tenha que fazer uma ginástica dentro do carro.
O passageiro dianteiro também viaja confortável. E pode-se dar ao luxo inclusive de ter um dispositivo no painel frontal que, ao toque de um toque, põe para fora um porta-copos. O segurador, no teto, é uma boa ajuda nos momentos das necessárias freadas bruscas. No modelo testado pela Folha, os passageiros que vão atrás também dispõem de seguradores no teto.
Quando se fala em desafio, entretanto, obriga-se a comentar sobre aquela vontade que todo o motorista, em alguma momento de sua vida, já experimentou diante do volante de um carro confiável, inclusive no item estabilidade. Dá vontade de pisar e testar a quantas é possível fazer uma curva.

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